Sepultar uma pessoa sem a
Declaração de Óbito pode gerar prejuízos difíceis de serem revertidos. As
orientações foram repassadas na Oficina de Qualificação das Ações de Vigilância
de Óbitos e Sistemas SIM/SINASC, que aconteceu durante essa semana no auditório
da IV Ursap, em Caicó.
Declaração de Óbito pode gerar prejuízos difíceis de serem revertidos. As
orientações foram repassadas na Oficina de Qualificação das Ações de Vigilância
de Óbitos e Sistemas SIM/SINASC, que aconteceu durante essa semana no auditório
da IV Ursap, em Caicó.
“Quando uma pessoa morre, a
família precisa procurar um médico para emitir a declaração de óbito, tanto
para efeito de estatística quanto para os efeitos legais. Essa declaração é de
uso exclusivo do médico, nenhum profissional pode emitir. A população não pode
procurar um cemitério sem antes ter em mãos a D.O.”, disse Maria Antonieta,
consultora técnica do RN.
família precisa procurar um médico para emitir a declaração de óbito, tanto
para efeito de estatística quanto para os efeitos legais. Essa declaração é de
uso exclusivo do médico, nenhum profissional pode emitir. A população não pode
procurar um cemitério sem antes ter em mãos a D.O.”, disse Maria Antonieta,
consultora técnica do RN.
De acordo com ela, os
prejuízos são difíceis para reverter. “Sepultar sem uma declaração pode levar a
vários prejuízos. Muitas vezes a família vai abrir um inventário ou a pessoa
que morreu tem um seguro, tem bens, e nada disso pode ser desencadeado sem a
declaração. Caso a pessoa seja sepultada sem esse documento aí só através da
exumação, que é um procedimento mais trabalhoso”, explicou.
prejuízos são difíceis para reverter. “Sepultar sem uma declaração pode levar a
vários prejuízos. Muitas vezes a família vai abrir um inventário ou a pessoa
que morreu tem um seguro, tem bens, e nada disso pode ser desencadeado sem a
declaração. Caso a pessoa seja sepultada sem esse documento aí só através da
exumação, que é um procedimento mais trabalhoso”, explicou.
Já em casos de óbitos
domiciliares, a família deve procurar os médicos da estratégia da família.
“Sabemos que em Caicó existe uma cobertura de quase 90% de médicos da
estratégia da família. Já em casos de final de semana os parentes devem se
encaminhar para o hospital para que o médico examine o corpo e emita a declaração”,
ressaltou Antonieta.
domiciliares, a família deve procurar os médicos da estratégia da família.
“Sabemos que em Caicó existe uma cobertura de quase 90% de médicos da
estratégia da família. Já em casos de final de semana os parentes devem se
encaminhar para o hospital para que o médico examine o corpo e emita a declaração”,
ressaltou Antonieta.
No que diz respeito a prazos, após emissão da
D.O. e do sepultamento a família tem um prazo de 15 dias ir ao cartório. “Lá,
os parentes dão entrada e recebem a certidão de óbito. É bom lembrar a
população que após esse prazo, o cartório não faz mais a certidão. Nesse caso,
vai ser mais oneroso para a família conseguir lavrar esse óbito”, finalizou a
consultora.


