O deputado estadual
Ricardo Motta (PSB) declarou, durante a sessão plenária desta quarta-feira
(31), na Assembleia Legislativa, que não há qualquer fato que desabone a sua
conduta como parlamentar e cidadão. No pronunciamento, o parlamentar também
externou sua confiança na Justiça e disse estar seguro que, ao final do
processo, restará provada sua inocência.
Ricardo Motta (PSB) declarou, durante a sessão plenária desta quarta-feira
(31), na Assembleia Legislativa, que não há qualquer fato que desabone a sua
conduta como parlamentar e cidadão. No pronunciamento, o parlamentar também
externou sua confiança na Justiça e disse estar seguro que, ao final do
processo, restará provada sua inocência.
“Nada do que vem sendo
propagado envolvendo o meu nome procede. Por respeito à história iniciada por
meu pai, Clóvis Motta, que dá nome a este plenário, digo, com toda a convicção
da minha alma e da minha consciência tranquila. Com uma vida pública de 30 anos
e no exercício do sétimo mandato parlamentar, subo a esta tribuna hoje para dar
uma satisfação, em primeiro lugar, à sociedade potiguar”, declarou o deputado.
propagado envolvendo o meu nome procede. Por respeito à história iniciada por
meu pai, Clóvis Motta, que dá nome a este plenário, digo, com toda a convicção
da minha alma e da minha consciência tranquila. Com uma vida pública de 30 anos
e no exercício do sétimo mandato parlamentar, subo a esta tribuna hoje para dar
uma satisfação, em primeiro lugar, à sociedade potiguar”, declarou o deputado.
Ricardo Motta disse
que o seu nome foi envolvido em “denúncias prematuras, orquestradas com o
intuito de submetê-lo a um linchamento moral, com exposição diária de
inverdades e da pior forma possível, a conta gotas”. O parlamentar contou que,
após oito dias consecutivos de “ataques” à sua pessoa, ele quis romper o
silêncio, mesmo contrariando o entendimento dos seus advogados.
que o seu nome foi envolvido em “denúncias prematuras, orquestradas com o
intuito de submetê-lo a um linchamento moral, com exposição diária de
inverdades e da pior forma possível, a conta gotas”. O parlamentar contou que,
após oito dias consecutivos de “ataques” à sua pessoa, ele quis romper o
silêncio, mesmo contrariando o entendimento dos seus advogados.


