Retomando tema discutido em
plenário na sessão desta quinta-feira (14), acerca do fechamento de fábricas e
da perda de postos de trabalho no Estado, o deputado Fernando Mineiro (PT)
afirmou que o Ministério Público do Trabalho (MPT) está agindo no combate a
ilegalidades.
plenário na sessão desta quinta-feira (14), acerca do fechamento de fábricas e
da perda de postos de trabalho no Estado, o deputado Fernando Mineiro (PT)
afirmou que o Ministério Público do Trabalho (MPT) está agindo no combate a
ilegalidades.
“Não acredito que o Ministério
Público esteja desrespeitando a legislação. O que tenho acompanhado é que estão
sendo combatidas as ilegalidades cometidas pelas empresas em suas relações de
trabalho”, afirmou.
Público esteja desrespeitando a legislação. O que tenho acompanhado é que estão
sendo combatidas as ilegalidades cometidas pelas empresas em suas relações de
trabalho”, afirmou.
Mineiro defendeu que o assunto
merece ser aprofundado em audiência pública, a fim de se averiguar em que
situações estão ocorrendo o fechamento das fábricas e as condições de trabalho
dos empregados.
merece ser aprofundado em audiência pública, a fim de se averiguar em que
situações estão ocorrendo o fechamento das fábricas e as condições de trabalho
dos empregados.
Em aparte, o deputado Tomba
Farias (PSB) afirmou que em Santa Cruz, há alguns anos, chegaram a ser criados
1.300 empregos, a maioria na forma de ´facções` que funcionavam no sistema de
cooperativas de trabalho. Mas depois, muitas fecharam as portas, reduzindo
drasticamente a quantidade de postos de trabalho.
Farias (PSB) afirmou que em Santa Cruz, há alguns anos, chegaram a ser criados
1.300 empregos, a maioria na forma de ´facções` que funcionavam no sistema de
cooperativas de trabalho. Mas depois, muitas fecharam as portas, reduzindo
drasticamente a quantidade de postos de trabalho.
“Era um sistema interessante,
onde o trabalhador ganhava por produção e tinha um horário flexível. Havia
pessoas que alcançavam a meta de produção em apenas dois dias de trabalho e
ficavam livres para ter outra ocupação e rende”, disse.
onde o trabalhador ganhava por produção e tinha um horário flexível. Havia
pessoas que alcançavam a meta de produção em apenas dois dias de trabalho e
ficavam livres para ter outra ocupação e rende”, disse.


