O governo voltou a tomar
medidas nesta quarta-feira (5) para conter a alta recente do dólar, que fez com
que a moeda atingisse R$ 2,13 na semana passada, na maior cotação desde 2009.
Por meio de decreto presidencial, publicado no Diário Oficial da União, foi
reduzido para um ano o prazo dos empréstimos externos sujeitos à alíquota de 6%
do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Até o momento, a alíquota maior
valia somente para captações no exterior com prazo de até dois anos.
Com a redução do prazo de
empréstimos no exterior que pagam mais IOF, o governo estimula o ingresso de
dólares no Brasil. Uma maior entrada de recursos no país, segundo analistas,
teoricamente favorece a queda do dólar. Isso porque, com mais dólares no
mercado, seu preço tenderia a ficar menor. Com a medida, portanto, o governo
diminui a pressão pela alta na cotação da moeda norte-americana registrada nos
últimos dias.
empréstimos no exterior que pagam mais IOF, o governo estimula o ingresso de
dólares no Brasil. Uma maior entrada de recursos no país, segundo analistas,
teoricamente favorece a queda do dólar. Isso porque, com mais dólares no
mercado, seu preço tenderia a ficar menor. Com a medida, portanto, o governo
diminui a pressão pela alta na cotação da moeda norte-americana registrada nos
últimos dias.
Perto das 12h (horário de
Brasília), a moeda norte-americana recuava 0,51%, cotada a R$ 2,1052 para a
venda.
Brasília), a moeda norte-americana recuava 0,51%, cotada a R$ 2,1052 para a
venda.
Este é o segundo dia
consecutivo que o governo anuncia medidas para aumentar a internalização de
dólares. Nesta terça-feira, já havia atenuado as regras para ingresso de
recursos oriundos de pagamentos antecipados de exportações. Com o anúncio da
medida, o dólar fechou ontem em queda de 0,21%, cotada a R$ 2,116
na venda.
consecutivo que o governo anuncia medidas para aumentar a internalização de
dólares. Nesta terça-feira, já havia atenuado as regras para ingresso de
recursos oriundos de pagamentos antecipados de exportações. Com o anúncio da
medida, o dólar fechou ontem em queda de 0,21%, cotada a R$ 2,116
na venda.
A redução do prazo dos
empréstimos externos afetados pelo IOF não era esperada no curto prazo e
sinaliza que o governo pode estar se antecipando a um cenário mais desafiador
para o financiamento de empresas no próximo ano.
empréstimos externos afetados pelo IOF não era esperada no curto prazo e
sinaliza que o governo pode estar se antecipando a um cenário mais desafiador
para o financiamento de empresas no próximo ano.

