A Assembleia Legislativa promoveu
debate, na tarde desta sexta-feira (23), sobre a execução da vereadora Marielle
Franco (PSOL-RJ) e sobre a defesa dos Direitos Humanos no Rio Grande do Norte e
no Brasil. A proposição foi do deputado Fernando Mineiro (PT) e, segundo ele, a
audiência pública representou um ato de “solidariedade, de resistência e de
repúdio à violência”.
debate, na tarde desta sexta-feira (23), sobre a execução da vereadora Marielle
Franco (PSOL-RJ) e sobre a defesa dos Direitos Humanos no Rio Grande do Norte e
no Brasil. A proposição foi do deputado Fernando Mineiro (PT) e, segundo ele, a
audiência pública representou um ato de “solidariedade, de resistência e de
repúdio à violência”.
“A fala de todos os participantes
deixou claro que a morte da Marielle foi uma tentativa de nos calar, mas
durante a audiência e no dia a dia estamos fazendo exatamente o oposto: estamos
falando, denunciando e exigindo justiça. Foi um momento também para
conscientizarmos a sociedade sobre o que está acontecendo e nos unirmos em
torno dessa luta”, argumentou o parlamentar.
deixou claro que a morte da Marielle foi uma tentativa de nos calar, mas
durante a audiência e no dia a dia estamos fazendo exatamente o oposto: estamos
falando, denunciando e exigindo justiça. Foi um momento também para
conscientizarmos a sociedade sobre o que está acontecendo e nos unirmos em
torno dessa luta”, argumentou o parlamentar.
Em seu pronunciamento, a reitora
da Universidade Federal do Estado (UFRN), professora Ângela Paiva, afirmou que
a instituição está à disposição da sociedade para colaborar com as políticas
públicas relativas aos Direitos Humanos. “Temos compromisso com a cultura de
paz, marca da história da Universidade, e reforçamos que a sociedade conta com
a UFRN na defesa da vida e da cidadania plena”, declarou a reitora.
da Universidade Federal do Estado (UFRN), professora Ângela Paiva, afirmou que
a instituição está à disposição da sociedade para colaborar com as políticas
públicas relativas aos Direitos Humanos. “Temos compromisso com a cultura de
paz, marca da história da Universidade, e reforçamos que a sociedade conta com
a UFRN na defesa da vida e da cidadania plena”, declarou a reitora.
Presidente do Conselho Estadual
de Direitos Humanos do Rio Grande do Norte, Daniel Pessoa contou que o órgão
colegiado aprovou nota de pesar e de repúdio e exigiu punição dos responsáveis.
“A morte da Marielle não pode ser banalizada ou esquecida. Temos que nos manter
firmes exigindo que punam quem está por trás desse homicídio grotesco”,
conclamou ele.
de Direitos Humanos do Rio Grande do Norte, Daniel Pessoa contou que o órgão
colegiado aprovou nota de pesar e de repúdio e exigiu punição dos responsáveis.
“A morte da Marielle não pode ser banalizada ou esquecida. Temos que nos manter
firmes exigindo que punam quem está por trás desse homicídio grotesco”,
conclamou ele.
O debate ainda contou com a participação do
vereador de Natal Sandro Pimentel (PSOL), de representantes do PT, PSOL, Rede,
PV e PSTU e de diversos coletivos, que também se expressaram por meio de faixas
e cartazes. Durante as intervenções, números nacionais de violência foram
destacados na Assembleia, como o de homicídios anuais (60 mil), o de homicídios
de negros (60%) e o de feminicídio (o Brasil é o quinto do mundo).
vereador de Natal Sandro Pimentel (PSOL), de representantes do PT, PSOL, Rede,
PV e PSTU e de diversos coletivos, que também se expressaram por meio de faixas
e cartazes. Durante as intervenções, números nacionais de violência foram
destacados na Assembleia, como o de homicídios anuais (60 mil), o de homicídios
de negros (60%) e o de feminicídio (o Brasil é o quinto do mundo).


