A campanha de vacinação
contra a paralisia infantil terá início no próximo sábado (8), dia nacional de
mobilização, e se estenderá até 21 de junho. Em Caicó, a abertura oficial vai
acontecer na Unidade Básica Santa Costa, Bairro Paraíba e a meta do Ministério
da Saúde é imunizar 95% do público alvo, crianças a partir dos seis meses até
os menores de cinco anos de idade (quatro anos, onze meses e 29 dias).
contra a paralisia infantil terá início no próximo sábado (8), dia nacional de
mobilização, e se estenderá até 21 de junho. Em Caicó, a abertura oficial vai
acontecer na Unidade Básica Santa Costa, Bairro Paraíba e a meta do Ministério
da Saúde é imunizar 95% do público alvo, crianças a partir dos seis meses até
os menores de cinco anos de idade (quatro anos, onze meses e 29 dias).
“Estamos começando mais uma
etapa e, dessa vez, vamos vacinar contra a paralisia infantil. Por isso,
estamos montando a nossa estrutura para iniciar as estratégias de vacinação e,
assim, conseguirmos alcançar a meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que é
de 95%”, disse Josilene Maria, coordenadora de promoção a Saúde da Secretaria
de Saúde em Caicó.
etapa e, dessa vez, vamos vacinar contra a paralisia infantil. Por isso,
estamos montando a nossa estrutura para iniciar as estratégias de vacinação e,
assim, conseguirmos alcançar a meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que é
de 95%”, disse Josilene Maria, coordenadora de promoção a Saúde da Secretaria
de Saúde em Caicó.
As duas gotinhas, como dose
de reforço, serão dadas mesmo que as crianças já tenham sido imunizadas contra
a doença. Se as crianças tiverem febre alta, alguma hipersensibilidade a algum
componente da vacina –como por exemplo, a estreptomicina ou a eritromicina–
ou alguma doença aguda, os pais devem conversar com os profissionais de saúde
antes da vacinação, orienta o Ministério da Saúde.
de reforço, serão dadas mesmo que as crianças já tenham sido imunizadas contra
a doença. Se as crianças tiverem febre alta, alguma hipersensibilidade a algum
componente da vacina –como por exemplo, a estreptomicina ou a eritromicina–
ou alguma doença aguda, os pais devem conversar com os profissionais de saúde
antes da vacinação, orienta o Ministério da Saúde.
Este ano, a campanha chega
24° ano sem a doença no país, estando livre do poliovírus desde 1990. O
objetivo da campanha é garantir a não reintrodução da doença no território
brasileiro, com a manutenção das campanhas de vacinação.
24° ano sem a doença no país, estando livre do poliovírus desde 1990. O
objetivo da campanha é garantir a não reintrodução da doença no território
brasileiro, com a manutenção das campanhas de vacinação.
“Esse ano vamos ter uma
mudança. Nos anos anteriores as crianças, assim que nasciam, tomavam a vacina,
mas agora só pode tomar as crianças com seis meses. Isso acontece, pois quando
as crianças nascem já tomam a vacina inativada Poliomielite, que é uma vacina
injetável e não em gotas”, explicou Josilene.
mudança. Nos anos anteriores as crianças, assim que nasciam, tomavam a vacina,
mas agora só pode tomar as crianças com seis meses. Isso acontece, pois quando
as crianças nascem já tomam a vacina inativada Poliomielite, que é uma vacina
injetável e não em gotas”, explicou Josilene.
A pasta reforça que, apesar
de o país ter erradicado a doença, a vacinação é importante para evitar a
reintrodução da poliomielite por viajantes que chegam ao Brasil. Ainda há 16
países com casos registrados da doença.
de o país ter erradicado a doença, a vacinação é importante para evitar a
reintrodução da poliomielite por viajantes que chegam ao Brasil. Ainda há 16
países com casos registrados da doença.
A vacina poliomielite
é trivalente e sua eficácia é em torno de 90% a 95%. Para uma imunidade longa,
frente aos três tipos de poliovírus, é necessário completar o ciclo básico de
três doses: duas doses da vacina inativada poliomielite (VIP) e uma dose da
vacina oral poliomielite (VOP), sendo necessário uma dose de reforço (VOP) após
o termino do ciclo básico. Assim, praticamente 100% dos vacinados terão
proteção garantida.


