O presidente do Legislativo do RN, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) se reuniu nesta quinta-feira (29), com as parlamentares que integram a Frente Parlamentar da Mulher para definir as ações do próximo Outubro Rosa na Casa. As deputadas Cristiane Dantas (SDD), que preside a frente, Eudiane Macedo (PTC) e Isolda Dantas (PT) apresentaram as sugestões para a próxima edição do movimento interacional de conscientização para o controle do câncer de mama.
“Iremos, mais uma vez, dar todo o apoio às ações para a saúde e prevenção do câncer de mama, que pode ser combatido com o diagnóstico precoce. Essa é uma preocupação da Frente Parlamentar da Mulher e também de toda a Assembleia”, afirmou o presidente Ezequiel Ferreira, reiterando mais uma vez o apoio da Casa às ações do Outubro Rosa.
A Assembleia firmará parceria com o Grupo Reviver, como já feito em anos anteriores, para a realização do mutirão de mamografias. O exame poderá ser feito gratuitamente na unidade móvel.
A deputada Eudiane Macedo também sugeriu que a Casa disponibilize um espaço para a venda de camisetas, cuja renda é revertida para os grupos de apoio, formados exclusivamente por voluntários.
O câncer de mama é um dos tipos mais comuns entre as mulheres em todo o mundo, com aumento de casos a cada ano. O movimento Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure.


Cinco matérias são aprovadas e duas baixadas em diligência na reunião da Comissão de Administração, Serviços Públicos e Trabalho (CASPT), realizada na manhã desta quinta-feira (29). Entre os projetos aprovados está o que dispõe sobre a Obrigatoriedade de Disponibilização de Servidor Fluente na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), nos Atendimentos de Mulheres Deficientes Auditivas Vítimas de Violência Doméstica ou Sexual, de autoria da deputada Cristiane Dantas (SDD), relatado pelo deputado Gustavo Carvalho (PSDB).
A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa vai debater durante audiência pública nesta sexta-feira (30) o “Projeto Future-se: Avanço ou Retrocesso”. De acordo com o Ministério da Educação, o objetivo do novo projeto é dar mais autonomia financeira para as Universidades e Institutos Federais, fomentando o empreendedorismo e a inovação e captando recursos privados.





