Empresas devem migrar para novo Proadi até esta segunda-feira

EMPRESATermina nesta segunda-feira (26) o prazo para as empresas que integravam o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do RN (Proadi), que foi extinto desde o dia 31 do mês passado, aderirem ao novo regime, o Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi). As empresas que não se enquadrarem correm o risco de perder os benefícios já desfrutados. A nova versão do regime oferece renúncia fiscal de até 95% e as empresas que migrarem garantem, no mínimo, como crédito presumido, o mesmo percentual financiado anteriormente.

Para aderir ao Proedi, é preciso preencher um formulário, disponível no Portal da SET-RN (www.set.rn.gov.br), e protocolar na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Em seguida, deverá assinar juntamente com a SET o termo do acordo, que terá os mesmos prazos de validade dos contratos de mútuo com a Agência de Fomento do RN (AGN).

Lula se cala na Pentiti, 64ª fase da Lava Jato

LULAO delegado Filipe Hille Pace, da Polícia Federal em Curitiba, tentou ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no inquérito que apura corrupção em negócios do banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, com a Petrobras. O petista afirmou que seguiria orientação de seus defensores e permaneceria calado.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 23, a 64ª fase da Operação Lava Jato, denominada Pentiti, para apurar supostos crimes de corrupção envolvendo o Banco BTG Pactual e a Petrobrás na exploração do pré-sal e “em projeto de desinvestimento de ativos” na África. Entre os alvos da operação estão a ex-presidente da estatal, Graça Foster e o executivo do banco, André Esteves.

Audiência discute possibilidades de energias renováveis nos assentamentos do RN

Tendo ciência da posição estratégica do Rio Grande do Norte, do potencial energético do estado e de que isso poderia ser aproveitado pelos agricultores do RN, partiu do deputado estadual Souza (PHS) a iniciativa de propor uma audiência pública para discutir a regulamentação do potencial de exploração da energia eólica e solar nos assentamentos rurais. O debate aconteceu nesta sexta-feira (23), no auditório da Assembleia Legislativa.

O deputado Souza falou aos presentes que o intuito do debate era discutir alternativas de geração de renda e de desenvolvimento para a região rural. Ele então citou o Projeto de Lei do Senado nº 384/2016, que foi explanado posteriormente pelo senador Jean-Paul Prates e diz respeito ao assunto das energias renováveis. “Se nós tivermos outras fontes alternativas de renda nos assentamentos sem desprezar a reforma agrária, nós vamos ligar o homem à terra. Os assentados não vão deixar de ser agricultores, mas também vão desenvolver outra atividade. A ideia é que o produto desse desenvolvimento possa ficar no nosso Estado, aplicado nos assentamentos. Então, o objetivo principal da audiência é discutir esses pontos”, falou.

O senador Jean-Paul Prates (PT) foi então o primeiro convidado a falar na audiência. Ele contextualizou o assunto, falou do PLS 384/2016 e provocou os presentes a discutir o projeto do ponto de vista deles. “As energias – eólica e solar – passaram a ser viáveis economicamente e começaram a ocupar áreas em todo Brasil. O Rio Grande do Norte tem grande potencial e passou a se organizar a respeito disso”, iniciou. O senador explicou que o processo de montagem do empreendimento eólico, por exemplo, parte do pressuposto de três componentes: terra, operação e governo (regulação). “Sem a terra não há empreendimento, mas também não adianta nada você ter essas duas coisas (terra e operação) e não ter um marco regulatório. O contrato que uma eólica ou solar faz é um contrato privado com arrendatário, tudo é estabelecido na seara privada. Mas o governo interfere na seara de regulação do setor energético”, explicou.

Conforme o senador, em relação aos assentamentos, além de não haver regulação específica sobre o assunto, há impasse na utilização dessas terras para energia eólica, já que legalmente tais terras são definidas para fins agrários, não podendo ser usadas para outros fins. O que se pretende é que se admita essa exceção, de utilização para fins energéticos. “A receita arrecadada na atividade energética é boa para o assentamento. Por falta de marco regulatório, nada de proveitoso acontecia para os assentamentos. Pelo contrário, eles eram assediados por corretores que faziam contratos irregulares. Então surgiu em 2019, de iniciativa do senador José Agripino, o Projeto de Lei do Senado 384/2016, que não era um projeto ideal, ainda tinha algumas lacunas. Esse projeto de lei atual, portanto, vem tampar essa lacuna”, explicou.

O diretor-presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Darlan Santos, falou da contribuição técnica dada pelo Cerne para tentar entender qual era a realidade dos assentamentos em relação ao potencial energético. O Cerne fez um estudo técnico de análise de viabilidade dos assentamentos para geração de energia a partir das duas fontes, eólica e solar. “Desenvolvemos esse trabalho, que ainda está em construção”. Ele mostrou os dados considerados na análise e lembrou que são dados públicos, referenciados pela Aneel e outras instituições. Lembrou do significativo número de assentamentos no Estado. Mostrou áreas de maior e menor potencial energético e também a quantidade de assentamentos e onde estão localizados. “Importante frisar que em áreas de elevada concentração de parque eólico ficam algumas ilhas onde estão localizados os assentamentos, já que eles não podem, pela lei, serem objeto de utilização para recurso energético”, explicou. Darlan Santos também falou sobre o índice de atratividade nos assentamentos que também foi analisado e ficará à disposição do Incra.

O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RN (Fetarn), Manoel Candido, também contribuiu ao debate e mencionou a situação dos assentados com relação à terra. “Os assentamentos só existem porque os movimentos sociais foram atrás disso. Nós lutamos para que eles acontecessem. Sofremos, perdemos companheiros na luta pela terra. Então, hoje, esse grande número de assentamentos atribuo a essa luta”, disse. Em seguida, questionou sobre os investimentos e a relação com os assentados. Informou que talvez 99% dos assentados não tenham o seu título de domínio da propriedade. “Esses benefícios de energia não caem nas mãos, no bolso ou na barriga do assentado. Queremos que esses benefícios sejam verdadeiramente distribuídos com quem está lá. Gostaríamos que nesse projeto de lei contemplasse o direito do assentado como agricultor familiar, que isso seja resolvido o mais breve possível. Para resolver isso o que precisa? Titula os assentados com os títulos definitivos daquelas propriedades, para que sejam deles”, destacou.

Leiliane Duarte, superintendente adjunta do Incra no RN, falou em nome da entidade sobre o projeto de lei. “O Incra é uma autarquia federal que não pode pensar em recursos financeiros e orçamentários, mas em desenvolvimento. A gente capitaneia o novo e todo novo é difícil. É difícil romper com padrões e mostrar que antigas rotinas não podem se perpetuar. Essa discussão sobre as eólicas não nasceu recentemente, é fruto de uma discussão interna desde meados de 2015. Em 2018, demos um grande passo ao procurar o Cerne e dizer que não entendemos nada de energia renovável, mas a gente tem muita ciência que se a gente não pegar este bonde e trazermos para dentro do Incra ficaremos alijados do processo. O que foi apresentado aqui já é fruto de muita discussão técnica”, disse.

Ela também falou do termo de assinatura do convênio e falou dos critérios burocráticos administrativos a que o Incra se submete. “A gente precisa se cercar de tudo que for possível para acertar. Então, todo mundo sabe que na lei de licitação e na portaria tem que ter estudos preliminares. Passamos de 6 a 8 meses fazendo esses estudos preliminares. Vencemos a primeira etapa. A segunda etapa da licitação dos 108 projetos de assentamento não fizemos por respeito aos assentados, porque se nós fizermos agora, toda a receita irá para a caixa única da União. Qual a possibilidade de eu captar R$200 mil desse projeto de Lagoa Nova e esse dinheiro voltar para lá, se for para a caixa única da União? Nenhuma. O Governo Federal não tem caixa, precisa de recurso. A discussão já está tão amadurecida que já não discutimos situação básica como multiuso de área ou percentual de área que deve ser disponibilizado. Foi superado.  Nosso desafio agora é como fazer para trazer esses recursos para vocês de maneira legal, lícita”, explicou.

Ao fim da audiência pública, o deputado Souza informou que encaminharia por e-mail aos presentes o projeto de lei para apreciação deles.

Sintro apresenta a Ezequiel pleitos para regular transporte intermunicipal

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) recebeu na manhã desta sexta-feira (23) a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte (SINTRO-RN). O sindicato veio pedir apoio da Casa junto ao Governo Estadual pelo cumprimento, de forma isonômica, do decreto 27045/2017, que dispõe sobre o Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros do Rio Grande do Norte (STIP/RN).

O parlamentar afirmou que irá tratar diretamente com a governadora Fátima Bezerra na próxima reunião. “O setor presta um grande serviço à população e é responsável pela geração de milhares de empregos. Nossa Casa é sensível a este pleito, que será levado à governadora”, afirmou.

O diretor jurídico do Sintro, Celso Alves Filho, explicou que o Departamento de Estradas e Rodagens (DER) não está cumprindo de forma isonômica o artigo 34 do referido decreto, que prevê o prazo de 10 anos para a prestação dos serviços permissionários. O sindicato conta com cerca de 150 microempresas, que geram em torno de três mil empregos diretos em todo o RN.

O DER estaria, segundo o Sintro, aplicando a legislação do decreto anterior (16.225/2002), já revogado, exclusivamente com sindicato. Isso implica num prejuízo de cinco anos no funcionamento dos serviços, visto que, de acordo com o decreto vigente, o prazo para renovação da permissão seria até 2027. No decreto revogado, que o DER está exigindo o cumprimento apenas ao sindicato, os serviços permissionários de transporte ficam regulamentados somente até 2022.

Indústria salineira pede apoio da Assembleia em reunião com Ezequiel Ferreira

A concorrência com o sal chileno, a dificuldade em conseguir segurança jurídica junto ao poder público e o polêmico debate sobre a localização das salinas. São muitos os desafios enfrentados atualmente pela indústria salineira potiguar, responsável pela produção de 97% do sal marinho consumido no país. Diante desta realidade, o Sindicato da Indústria de Moagem e Refino de Sal do Rio Grande do Norte (Simorsal-RN) realizará o 1º Congresso Brasileiro de Sal, entre os dias 7 e 9 de novembro, como forma de atrair a atenção da sociedade para esta importante atividade econômica.

Esta foi a pauta do encontro entre os representantes do Simorsal e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), nesta sexta-feira (23). Na oportunidade, o parlamentar garantiu seu apoio a indústria salineira, enfatizando sua importância para a economia do Estado.

“Esta é uma atividade de grande valor para a economia do Estado, que tem gerado empregos e renda para a nossa população e que merece toda a nossa atenção, ainda mais diante da difícil situação financeira enfrentada pelo RN. Vamos procurar contribuir da melhor forma possível para fortalecer ainda mais esta indústria”, disse Ezequiel.

Presente na reunião, o diretor-executivo do Simorsal-RN, Renato Fernandes ressaltou o tamanho da indústria do sal potiguar. São 15 mil empregos diretos e cerca de 65 mil indiretos; um mercado que movimenta aproximadamente R$ 1 bilhão por ano no Estado, gerando R$ 150 milhões em impostos para o governo.

“Há anos lutávamos por segurança jurídica para fortalecer a atividade, o que conseguimos este ano, mas continuamos com dificuldades junto a Justiça diante dos últimos questionamentos feitos em relação a localização das salinas. Por tudo isso estaremos realizando este Congresso como forma de dar o nosso grito em defesa da atividade”, disse Renato Fernandes.

O 1º Congresso Brasileiro do Sal contará com a realização de palestras e workshops, além de uma feira com 120 estandes e rodada de negócios. A expectativa é que executivos de todo o país participem do evento que ocorrerá no Estado.

Também participaram da reunião o professor da UFRN, Renato Medeiros, a diretora operacional da Mais Publicidade, Ana Carolina, o diretor da Presidência da Assembleia, Fernando Rezende, e a chefe de gabinete da Presidência da Assembleia, Larissa Rosado.

Sessão solene marcará 10 anos da Escola da Assembleia no Rio Grande do Norte

A Escola do Legislativo Potiguar, popularmente conhecida como Escola da Assembleia, completa 10 anos de atividade neste mês de agosto. E, para marcar a data simbólica, será realizada uma sessão solene na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte na próxima quinta-feira (29) para homenagear nomes que contribuíram para o fortalecimento da instituição. A propositura é do presidente da Casa, o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB). O evento começará às 9 horas.

“O trabalho desenvolvido pela Escola é um orgulho para todos nós que fazemos a Assembleia Legislativa, principalmente pelo nível de excelência que tem atingido nos últimos anos. Nossa perspectiva é continuar fortalecendo este projeto que tanto contribui para a melhor qualificação dos nossos cidadãos, fomentando um leque de oportunidades profissionais para os que passam por lá”, disse Ezequiel Ferreira.

Na sessão solene, cada deputado indicou um nome para ser homenageado, todos com alguma ligação com a Escola da Assembleia. Ezequiel, por exemplo, homenageará o professor Mizael Araújo Barreto, primeiro diretor da instituição.

A instalação oficial se deu no dia 09 de março de 2009, com a oferta cursos de qualificação funcional e de formação cidadã. Ainda em 2009, o ILP foi credenciado pelo Governo Estadual para oferecer cursos de pós-graduação lato sensu (especialização).

Legado
O Instituto do Legislativo Potiguar (ILP) passou a integrar a estrutura organizacional da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte como Escola do Poder Legislativo Estadual, com a missão de “Promover uma educação legislativa de excelência, contribuindo – através de serviços educacionais – para a formação política, cidadã e profissionalizante dos agentes do Poder Legislativo e da comunidade, com ênfase para as funções e atribuições do Parlamento”, por meio de cursos de formação escolar, de cursos livres profissionalizantes e de outras formas de capacitação, de atualização e de treinamento.

A formação política, cidadã e profissionalizante constitui o foco central da educação legislativa, tendo como propósito contribuir para o aprimoramento da qualificação dos agentes do Poder Legislativo e da comunidade.

Agora, como Escola da Assembleia participa do Sistema Nacional de Ensino Legislativo, formado por órgãos educacionais do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, do Tribunal de Contas da União, de Assembleias Legislativas Estaduais, da Câmara Legislativa (DF), de Câmaras Municipais e de Tribunais de Contas Estaduais, articulado pela Associação Brasileira de Escolas do Legislativo e de Contas – ABEL.
E como unidade estadual de ensino, vincula-se ao Sistema Estadual de Ensino do Rio Grande do Norte, através de credenciamento pelo Conselho Estadual de Educação para oferecer cursos de pós-graduação lato sensu.

Confira abaixo a lista dos homenageados:

José Dias – Altaídes Marques da Luz
Eudiane Macedo – Antônio Eriberto Pereira da Silva
Tomba Farias – Augusto Carlos Viveiros
Kelps Lima – Carlos Eduardo Artioli Russo
Dr. Bernardo – Ezequiel Ferreira de Souza
Kleber Rodrigues – João Maria Lima
Nélter Queiroz – João Medeiros Filhos
Albert Dickson – José Reinaldo da Silva Filho
Souza – Josenita Braga de Moura
Sandro Pimentel – Julliany Lima da Trindade
Hermano Morais – Luiz Eduardo Brandão Suassuna
Francisco do PT – Marcelange Tomaz de Brito
Gustavo Carvalho – Márcio Djalma Cavalcante Marinho (in memoriam)
Cel. Azevedo – Maria do Carmo Silva dos Santos
Ubaldo Fernandes – Matilde Medeiros da Silva
Ezequiel Ferreira – Mizael Araújo Barreto / Florian Augusto Coutinho Madruga
Getúlio Rêgo – Nadja Cristina Diógenes
Isolda Dantas – Regina Coelli da Costa Lima
Vivaldo Costa – Suzan Bezerra Dantas Montenegro
Raimundo Fernandes – Tereza Maria de Queiroz Saldanha
Allyson Bezerra – Thiago Ferreira Dias
George Soares – Washington Alves de Fontes

“Paz nas escolas” será tema de debate na Assembleia Legislativa

No Rio Grande do Norte as rotinas das unidades de educação básica das esferas pública e privada confirmam um cenário da incidência da violência. Diante dessa realidade, o deputado estadual Francisco do PT propôs a realização de uma audiência pública cujo tema é “Paz nas Escolas: Pelo combate à violência nas redes pública e privada de ensino”. O debate será realizado na segunda-feira (26), às 14h, no Plenarinho da Assembleia Legislativa.

“É tarefa do legislativo estadual debater e sistematizar políticas e propor ações focadas numa linguagem acessível com crianças e adolescentes do ensino fundamental ao médio, que difunda e consolide a mensagem da cultura de paz, com o objetivo de vencer a violência das escolas”, disse Francisco do PT.

A educação básica no RN compreende um quadro de 3.590 mil unidades escolares, 840.646 mil matrículas e 34.538 mil professores. A soma de estudantes e professores que cotidianamente frequentam as unidades escolares se aproxima de um quarto dos habitantes do estado, expostos a um ambiente frequente de insegurança.

Papa permite que garota ocupe palco de audiência e encanta plateia

PAPA FRANCISCOO papa Francisco permitiu que uma garota que sofre de uma doença não revelada se movimentasse à vontade no palco, batendo palmas e dançando, durante a maior parte de sua audiência geral nesta quarta-feira (21), encantando a plateia.

A garota, que usava uma camiseta rosa com a palavra “Amor”, escapuliu da mãe na frente do salão de audiências e foi até o grande palco de mármore. Ela perambulou de um lado a outro diante dele, saltou e ocasionalmente bateu palmas com força.

Francisco sinalizou aos seguranças para que a deixassem em paz. A garota voltou para a mãe, que tentou mantê-la quieta, mas ela escapuliu de novo e voltou ao palco, recebendo aplausos da plateia no salão de audiências do Vaticano. “Essa pobre garota é vítima de uma doença e não sabe o que está fazendo”, disse Francisco ao final da audiência, que durou mais de uma hora.

Pesquisa alerta para circulação de superbactérias fora do hospital

BACTERIAUm estudo realizado por pesquisadores de Ribeirão Preto (SP) alerta para a circulação de superbactérias fora do ambiente hospitalar e para o uso indiscriminado de antibióticos. A pesquisa, disponível na edição de setembro da revista científica americana Journal of Global Antimicrobial Resistance, encontrou microrganismos da espécie Klebsiella pneumoniae resistentes a três ou mais antibióticos em pessoas com infecção urinária, mas que não estavam internadas.

O caso é considerado incomum, segundo o professor de microbiologia da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), André Pitondo da Silva, que coordena o trabalho há quatro anos com outros seis pesquisadores. As amostras começaram a ser analisadas em 2015 em um projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o estudo foi concluído este ano.

‘A Amazônia precisa ser protegida’, diz secretário-geral da ONU

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse nesta quinta-feira (22) estar profundamente preocupado com os incêndios florestais na floresta amazônica. Ele reforçou que não podemos mais arcar com os danos para uma das maiores fontes de oxigênio e biodiversidade.

Por sua parte, a presidente da Assembleia Geral da ONU, María Fernanda Espinosa, afirmou estar preocupada com os incêndios florestais pelo mundo e cobrou ações urgentes. Ela considerou que as florestas são cruciais para enfrentar a mudança do clima.