Em sessão ordinária na
Assembleia Legislativa, o deputado Vivaldo Costa (PR) fez um apelo para que a
sociedade do Rio Grande do Norte, além das entidades e o governo estadual e
federal, possam priorizar ações de educação, tratamento e combate aos efeitos
das drogas. O parlamentar enalteceu o trabalho que vem sendo realizado no
estado pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).
Assembleia Legislativa, o deputado Vivaldo Costa (PR) fez um apelo para que a
sociedade do Rio Grande do Norte, além das entidades e o governo estadual e
federal, possam priorizar ações de educação, tratamento e combate aos efeitos
das drogas. O parlamentar enalteceu o trabalho que vem sendo realizado no
estado pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd).
Vivaldo Costa se disse
preocupado como médico principalmente com a inexistência de programas
específicos para tratar os dependentes, que ficam literalmente misturados com
portadores de doenças mentais. “Não existe uma linha de tratamento em nenhuma
esfera do governo, nem a nível estadual, nem municipal e por hora é a prevenção
o único caminho”, afirmou.
preocupado como médico principalmente com a inexistência de programas
específicos para tratar os dependentes, que ficam literalmente misturados com
portadores de doenças mentais. “Não existe uma linha de tratamento em nenhuma
esfera do governo, nem a nível estadual, nem municipal e por hora é a prevenção
o único caminho”, afirmou.
Na sua avaliação, é um erro
levar os dependentes químicos para serem tratados nos Caps, os Centros de
Assistência Psicossocial, a única opção existente no SUS: “É um erro pior, que
complica a situação. Minha voz é mais uma a fazer este apelo para que toda a
sociedade do RN, órgãos de classe e pais de família vejam como prioridade o
tratamento do dependente químico. É preciso urgentemente que a sociedade pare e
se organize para saber como vai enfrentar o crack”, disse.
levar os dependentes químicos para serem tratados nos Caps, os Centros de
Assistência Psicossocial, a única opção existente no SUS: “É um erro pior, que
complica a situação. Minha voz é mais uma a fazer este apelo para que toda a
sociedade do RN, órgãos de classe e pais de família vejam como prioridade o
tratamento do dependente químico. É preciso urgentemente que a sociedade pare e
se organize para saber como vai enfrentar o crack”, disse.
Além do Papa Jerimum
o deputado Hermano Moraes também falou sobre o assunto.
o deputado Hermano Moraes também falou sobre o assunto.

