Tropas militares criam estratégia contra terrorismo em visita do Papa

Durante a Jornada Mundial da
Juventude (JMJ), que será realizada de 23 a 28 de julho, as Forças Armadas vão
ocupar estruturas consideradas estratégicas na Região Metropolitana do Rio como
subestações de energia elétrica; a termelétrica de Santa Cruz; a Refinaria de
Duque de Caxias (Reduc); a estação de tratamento de água de Guandu e a Adutora
do Lameirão, que abastecem 9 milhões de pessoas, além de áreas da Serra do
Mendanha e do Sumaré, onde estão instaladas antenas de telecomunicação. A
medida tem como finalidade evitar sabotagens ou atos terroristas que possam
causar transtornos ao evento e gerar insegurança, segundo informou o Exército
ao G1.
Os aeroportos Santos Dumont
e Internacional Antonio Carlos Jobim, e o Porto do Rio também receberão tropas
para reforço na segurança. Na Região Sul Fluminense, as Forças Armadas vão
atuar nas usinas nucleares de Angra dos Reis, na Costa Verde. As ocupações
serão realizadas cerca de 10 dias antes do início da Copa das Confederações, em
junho, e serão mantidas até o dia 4 de agosto, após a JMJ, quando as tropas
serão desmobilizadas.
Cerca de 8.500 homens
do Exército, Marinha e Aeronáutica participarão do esquema de segurança do
evento espalhados por esses pontos estratégicos. Outros quatro mil vão ocupar a
região de Guaratiba, na Zona Oeste, que será palco da vigília e da missa de
encerramento da JMJ Rio, nos dias 27 e 28 de julho, respectivamente. No local,
as tropas farão um bloqueio de trânsito em um perímetro de 3km do Campus Fidei.
A coordenação da operação ficará a cargo do Exército.

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