O Centro de Referência em
Saúde do Trabalhador do Rio Grande do Norte (Cerest Estadual) está promovendo,
nos dias 8 e 9 de outubro, das 8h às 17h, no Praiamar Hotel, uma capacitação em
câncer relacionado ao trabalho, voltada para profissionais de saúde de unidades
de referência no tratamento do câncer e das Regionais de Saúde do Estado.
Saúde do Trabalhador do Rio Grande do Norte (Cerest Estadual) está promovendo,
nos dias 8 e 9 de outubro, das 8h às 17h, no Praiamar Hotel, uma capacitação em
câncer relacionado ao trabalho, voltada para profissionais de saúde de unidades
de referência no tratamento do câncer e das Regionais de Saúde do Estado.
O objetivo é aumentar o
número de notificações de câncer como doença relacionada ao trabalho junto ao
SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde).
A idéia é que, ao descobrir a relação da doença com a atividade profissional, o
Cerest possa intervir no ambiente de trabalho atuando na prevenção.
número de notificações de câncer como doença relacionada ao trabalho junto ao
SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde).
A idéia é que, ao descobrir a relação da doença com a atividade profissional, o
Cerest possa intervir no ambiente de trabalho atuando na prevenção.
O coordenador do Cerest
Estadual, Mário Soares, lembra que o Centro vem realizando capacitações
voltadas tanto para a atenção básica como para protocolos específicos, como é o
caso da notificação do câncer. “Dentro da estratégia de fortalecimento da Rede
Estadual de Saúde do Trabalhador está a capacitação das equipes, essencial para
que os profissionais possam notificar as doenças que são relacionadas ao
trabalho, pois somente a partir de dados estatísticos podem ser elaboradas
ações de intervenção”. O coordenador afirma que a capacitação dos profissionais
irá melhorar a atuação do Centro em prol da saúde dos trabalhadores do Estado.
“A subnotificação prejudica nossas ações de prevenção e o câncer é um dos
agravos que vem nos preocupando, por isso queremos despertar as pessoas para um
olhar mais apurado sobre o problema”.
Estadual, Mário Soares, lembra que o Centro vem realizando capacitações
voltadas tanto para a atenção básica como para protocolos específicos, como é o
caso da notificação do câncer. “Dentro da estratégia de fortalecimento da Rede
Estadual de Saúde do Trabalhador está a capacitação das equipes, essencial para
que os profissionais possam notificar as doenças que são relacionadas ao
trabalho, pois somente a partir de dados estatísticos podem ser elaboradas
ações de intervenção”. O coordenador afirma que a capacitação dos profissionais
irá melhorar a atuação do Centro em prol da saúde dos trabalhadores do Estado.
“A subnotificação prejudica nossas ações de prevenção e o câncer é um dos
agravos que vem nos preocupando, por isso queremos despertar as pessoas para um
olhar mais apurado sobre o problema”.
“Algumas atividades
profissionais podem causar câncer e queremos socializar essa preocupação”,
afirmou Fátima Ribeiro, consultora do Ministério da Saúde e uma das
palestrantes do evento. Segundo a consultora, o Rio Grande do Norte é o
terceiro Estado a realizar ações efetivas de incentivo à notificação do câncer
como doença relacionada ao trabalho. “O amianto, por exemplo, que causa o
mesotelioma, é muito utilizado em todo o País, mas cada Estado deve fazer um
estudo detalhado de acordo com suas atividades produtivas específicas, por isso
queremos criar, aqui no Rio Grande do Norte, um pacto para que sejam notificados
ao menos dois tipos de câncer.”
profissionais podem causar câncer e queremos socializar essa preocupação”,
afirmou Fátima Ribeiro, consultora do Ministério da Saúde e uma das
palestrantes do evento. Segundo a consultora, o Rio Grande do Norte é o
terceiro Estado a realizar ações efetivas de incentivo à notificação do câncer
como doença relacionada ao trabalho. “O amianto, por exemplo, que causa o
mesotelioma, é muito utilizado em todo o País, mas cada Estado deve fazer um
estudo detalhado de acordo com suas atividades produtivas específicas, por isso
queremos criar, aqui no Rio Grande do Norte, um pacto para que sejam notificados
ao menos dois tipos de câncer.”

