Um dos acusados de envolvimento com a organização criminosa que desviava recursos públicos na liberação de empréstimos do FI-FGTS, segundo a investigação da Polícia Federal, era o vice-presidente de Gestão de Ativos e Terceiros da Caixa, Marcos Roberto Vasconcelos. Ele exercia função essencial para a liberação de dinheiro para a quadrilha comandada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha.
Marcos Roberto poderia ter sido expurgado do serviço público ainda no início de 2016, quando o nome dele foi citado no relatório final da CPI dos Fundos de Pensão da Câmara dos Deputados. Mas ele recebeu uma ajuda providencial para permanecer no cargo até setembro.


