Além de remédios e internações,
dois fatores são importantes no tratamento das doenças mentais: o apoio
familiar e o convívio social. A informação é do Psiquiatra Dr. Fernando Cano,
que abordou o tema na palestra sobre saúde mental, na noite desta quarta-feira
(15), no Centro Administrativo, em Caicó. O médico integra o quadro funcional
da Secretaria Municipal de Saúde.
dois fatores são importantes no tratamento das doenças mentais: o apoio
familiar e o convívio social. A informação é do Psiquiatra Dr. Fernando Cano,
que abordou o tema na palestra sobre saúde mental, na noite desta quarta-feira
(15), no Centro Administrativo, em Caicó. O médico integra o quadro funcional
da Secretaria Municipal de Saúde.
“São dois fatores de
fundamental importância. O tratamento passa por vários níveis; o familiar, o
pessoal, a dignidade e o direito social. Qualquer pessoa está sujeito a ter uma
patologia e a nossa ideia é tratar o quanto antes, logo no início da doença,
isso vai evitar problemas maiores”, explicou ele.
fundamental importância. O tratamento passa por vários níveis; o familiar, o
pessoal, a dignidade e o direito social. Qualquer pessoa está sujeito a ter uma
patologia e a nossa ideia é tratar o quanto antes, logo no início da doença,
isso vai evitar problemas maiores”, explicou ele.
Para Fernando, a família
pode identificar quando uma pessoa está com problemas mentais e incentivá-la na
evolução do tratamento. “Basta usar o bom senso e observar qualquer coisa que
esteja fora da normalidade. Isso não significa que o psiquiatra vai medicar
todo mundo, que a saúde mental vai modificar um sujeito que é diferente em
alguma coisa. Precisamos distinguir o diferente que é patológico e o que não é
e, dessa forma, respeitar essas diferenças”, explicou.
pode identificar quando uma pessoa está com problemas mentais e incentivá-la na
evolução do tratamento. “Basta usar o bom senso e observar qualquer coisa que
esteja fora da normalidade. Isso não significa que o psiquiatra vai medicar
todo mundo, que a saúde mental vai modificar um sujeito que é diferente em
alguma coisa. Precisamos distinguir o diferente que é patológico e o que não é
e, dessa forma, respeitar essas diferenças”, explicou.
Ainda de acordo com o
médico, para o crescimento de uma pessoa é fundamental que ela esteja com a
cabeça boa. “A descoberta e o tratamento quando são rapidamente feitos, a
pessoa volta ao seu estado normal. Quando não se trata no início da doença a
situação fica mais crônica e afeta a inteligência da pessoa. Para que o
indivíduo possa trabalhar e vencer na sociedade, é fundamental que ele esteja
com a cabeça boa”, finalizou.
médico, para o crescimento de uma pessoa é fundamental que ela esteja com a
cabeça boa. “A descoberta e o tratamento quando são rapidamente feitos, a
pessoa volta ao seu estado normal. Quando não se trata no início da doença a
situação fica mais crônica e afeta a inteligência da pessoa. Para que o
indivíduo possa trabalhar e vencer na sociedade, é fundamental que ele esteja
com a cabeça boa”, finalizou.


