Os parlamentares vão começar
agora a elaborar o projeto de decreto legislativo (PDL) que definirá os pontos
da consulta pública sobre a reforma política. Com a mensagem do Executivo em
mãos, deputados e senadores terão que definir se os cinco pontos sugeridos pela
presidenta Dilma Rousseff serão mantidos ou ampliados e ainda se a forma de
consulta será por plebiscito, como quer o governo, ou referendo, como defende a
oposição.
agora a elaborar o projeto de decreto legislativo (PDL) que definirá os pontos
da consulta pública sobre a reforma política. Com a mensagem do Executivo em
mãos, deputados e senadores terão que definir se os cinco pontos sugeridos pela
presidenta Dilma Rousseff serão mantidos ou ampliados e ainda se a forma de
consulta será por plebiscito, como quer o governo, ou referendo, como defende a
oposição.
Mesmo com as sugestões
apresentadas pelo Executivo para o plebiscito, o presidente da Câmara, Henrique
Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que criará um grupo de trabalho para elaborar,
em 90 dias, um anteprojeto de reforma política. Pelas regras legislativas, a
proposta precisa ser formulada primeiro por um deputado federal e tramitar na Câmara,
antes de seguir para a avaliação dos senadores.
apresentadas pelo Executivo para o plebiscito, o presidente da Câmara, Henrique
Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que criará um grupo de trabalho para elaborar,
em 90 dias, um anteprojeto de reforma política. Pelas regras legislativas, a
proposta precisa ser formulada primeiro por um deputado federal e tramitar na Câmara,
antes de seguir para a avaliação dos senadores.
“Por precaução ou por prevenção, vou fazer uma
proposta para formação de um grupo – que em um prazo improrrogável de 90 dias,
ouvindo toda a sociedade, todos os movimentos que queiram participar – vai fazer
um projeto de reforma que esta Casa tem o dever de fazer”, completou.
proposta para formação de um grupo – que em um prazo improrrogável de 90 dias,
ouvindo toda a sociedade, todos os movimentos que queiram participar – vai fazer
um projeto de reforma que esta Casa tem o dever de fazer”, completou.
Ele considerou as
sugestões do Executivo “respeitosas”. Ele reconheceu que o país precisa de uma
reforma ampa e transparente e disse que vai cobrar empenho dos líderes para que
a proposta tramite rapidamente. “Vou levar a proposta para todos os
líderes para que esta Casa tome a consciência que é preciso sim fazer uma
reforma política, ou por plebiscito, por referendo, que haja uma interação com
a população brasileira, que ela participe deste momento de transformação das
relações políticas”, disse.
sugestões do Executivo “respeitosas”. Ele reconheceu que o país precisa de uma
reforma ampa e transparente e disse que vai cobrar empenho dos líderes para que
a proposta tramite rapidamente. “Vou levar a proposta para todos os
líderes para que esta Casa tome a consciência que é preciso sim fazer uma
reforma política, ou por plebiscito, por referendo, que haja uma interação com
a população brasileira, que ela participe deste momento de transformação das
relações políticas”, disse.

