O prefeito Roberto Germano
(PMDB) acompanhou nesta quinta-feira (12) a visita que os deputados Ricardo
Mota, Nelter Queiroz, Vivaldo Costa e Fábio Dantas fizeram ao Hospital Regional
de Caicó, dentro da Assembléia Itinerante. A exemplo das demais autoridades
presentes, Roberto teve a oportunidade de colocar para os deputados a situação
em que se encontra o Hospital, com problemas desde a regularização do terreno
onde está construído, a criação dos seus cargos, a estrutura do hospital, os
repasses dos recursos que desde maio não são feitos pelo Governo, até falta de
médicos e medicamentos.
(PMDB) acompanhou nesta quinta-feira (12) a visita que os deputados Ricardo
Mota, Nelter Queiroz, Vivaldo Costa e Fábio Dantas fizeram ao Hospital Regional
de Caicó, dentro da Assembléia Itinerante. A exemplo das demais autoridades
presentes, Roberto teve a oportunidade de colocar para os deputados a situação
em que se encontra o Hospital, com problemas desde a regularização do terreno
onde está construído, a criação dos seus cargos, a estrutura do hospital, os
repasses dos recursos que desde maio não são feitos pelo Governo, até falta de
médicos e medicamentos.
O presidente da Assembléia,
Ricardo Mota marcou para a próxima terça-feira (17) às 11 horas em Natal uma
reunião, e garantiu convocar a Funasa para discutir a legalização do terreno e
os demais órgãos com poder de solucionar as demandas. “Havendo boa vontade de
todas as partes, as soluções caminham de forma mais rápida. O que não pode é o
Hospital ficar nesta situação, e que possam ser feito investimentos no
hospital. O primeiro passo é legalizar o terreno, que vem servindo de entrave
para que alguns investimentos não sejam realizados”, disse.
Ricardo Mota marcou para a próxima terça-feira (17) às 11 horas em Natal uma
reunião, e garantiu convocar a Funasa para discutir a legalização do terreno e
os demais órgãos com poder de solucionar as demandas. “Havendo boa vontade de
todas as partes, as soluções caminham de forma mais rápida. O que não pode é o
Hospital ficar nesta situação, e que possam ser feito investimentos no
hospital. O primeiro passo é legalizar o terreno, que vem servindo de entrave
para que alguns investimentos não sejam realizados”, disse.


