O papa Francisco vai
anunciar em 30 de setembro as datas de canonização dos papas João Paulo II
(1978-2005) e João XXIII (1958-1963). Ambos são beatos, última etapa, de acordo
com a Igreja Católica Apostólica Romana, para o processo de canonização. O
prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato,
confirmou as informações. O cardeal elogiou os dois papas e destacou a atuação
de ambos.
anunciar em 30 de setembro as datas de canonização dos papas João Paulo II
(1978-2005) e João XXIII (1958-1963). Ambos são beatos, última etapa, de acordo
com a Igreja Católica Apostólica Romana, para o processo de canonização. O
prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato,
confirmou as informações. O cardeal elogiou os dois papas e destacou a atuação
de ambos.
“Eu queria dizer uma coisa
sobre essas duas figuras: João XXIII foi o grande profeta e criador do Conselho
Consistório [do qual fazem parte os cardeais] e João Paulo II é o único que o
colocou em prática e aperfeiçoou em todos os seus aspectos, inclusive na sua
virtualidade. Eles são realmente dois pilares, não só da cultura cristã, mas
também da santidade cristã”, disse Amato.
sobre essas duas figuras: João XXIII foi o grande profeta e criador do Conselho
Consistório [do qual fazem parte os cardeais] e João Paulo II é o único que o
colocou em prática e aperfeiçoou em todos os seus aspectos, inclusive na sua
virtualidade. Eles são realmente dois pilares, não só da cultura cristã, mas
também da santidade cristã”, disse Amato.
A canonização é um processo
na Igreja Católica Apostólica que atribui o estatuto de santo àquele ou àquela
que era beato (a). O processo é complexo, pois envolve uma série de aspectos e
é conduzido pela Santa Sé, por intermédio de comissão específica cuja última
palavra é do papa. Apenas ele tem a autoridade de conceder o estatuto de santo. O processo de
canonização segue as normas do Código de Direito Canônico da Igreja que define,
por exemplo, que a veneração só é permitida aos já consagrados santos.
na Igreja Católica Apostólica que atribui o estatuto de santo àquele ou àquela
que era beato (a). O processo é complexo, pois envolve uma série de aspectos e
é conduzido pela Santa Sé, por intermédio de comissão específica cuja última
palavra é do papa. Apenas ele tem a autoridade de conceder o estatuto de santo. O processo de
canonização segue as normas do Código de Direito Canônico da Igreja que define,
por exemplo, que a veneração só é permitida aos já consagrados santos.


