Em 2012, a Secretaria de
Estado da Saúde (SES) registrou 158 casos graves de dengue em 33 municípios
paraibanos. Na segunda-feira (17) a SES divulgou o penúltimo boletim sobre os
casos de dengue no estado neste ano. De acordo com o boletim, dez pessoas morreram
contaminadas pela doença na Paraíba. No ano passado, nove casos de morte por
dengue foram contabilizados na Paraíba.
Estado da Saúde (SES) registrou 158 casos graves de dengue em 33 municípios
paraibanos. Na segunda-feira (17) a SES divulgou o penúltimo boletim sobre os
casos de dengue no estado neste ano. De acordo com o boletim, dez pessoas morreram
contaminadas pela doença na Paraíba. No ano passado, nove casos de morte por
dengue foram contabilizados na Paraíba.
Foram notificados 11.374
casos de dengue até o dia 15 de dezembro.
Deste total, 6.392 foram confirmados para Dengue Clássica; 2.531
descartados e 158 casos graves, sendo 119 Dengue clássica com complicações
(DCC) e 39 Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) e os demais casos seguem em
investigação. Dos158 casos graves da
doença registrados em 33 municípios, foram 39 de FHD e 119 de DCC.
casos de dengue até o dia 15 de dezembro.
Deste total, 6.392 foram confirmados para Dengue Clássica; 2.531
descartados e 158 casos graves, sendo 119 Dengue clássica com complicações
(DCC) e 39 Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) e os demais casos seguem em
investigação. Dos158 casos graves da
doença registrados em 33 municípios, foram 39 de FHD e 119 de DCC.
A gerente executiva de
Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, afirmou que é necessário manter os
cuidados e as medidas preventivas para se evitar a proliferação do mosquito.
“As ações devem permanecer de forma contínua durante esse mês de dezembro e
início do ano de 2013 e o olhar assistencial para o agravo deve ser permanente”
destacou.
Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, afirmou que é necessário manter os
cuidados e as medidas preventivas para se evitar a proliferação do mosquito.
“As ações devem permanecer de forma contínua durante esse mês de dezembro e
início do ano de 2013 e o olhar assistencial para o agravo deve ser permanente”
destacou.

