O auxiliar administrativo Tiago
Fonseca, 26, atravessava as sessões da livraria Saraiva, no Shopping Midway
Mall, perscrutando os corredores. Não procurava nada em específico, mas
esperava que algo chamasse sua atenção. Já na última prateleira, seu olhar,
finalmente, foi capturado, mas para fora da livraria. Ele atravessou, então, o
corredor, e se deteve contemplativo diante da mostra do Memorial da Assembleia
Legislativa, até que, finalmente, fixou um foco e caminhou em direção ao acervo
sobre Câmara Cascudo.
Fonseca, 26, atravessava as sessões da livraria Saraiva, no Shopping Midway
Mall, perscrutando os corredores. Não procurava nada em específico, mas
esperava que algo chamasse sua atenção. Já na última prateleira, seu olhar,
finalmente, foi capturado, mas para fora da livraria. Ele atravessou, então, o
corredor, e se deteve contemplativo diante da mostra do Memorial da Assembleia
Legislativa, até que, finalmente, fixou um foco e caminhou em direção ao acervo
sobre Câmara Cascudo.
Como Tiago, tantos outros
esboçaram semelhante reação. Cerca de 60 mil pessoas circulam diariamente no
maior shopping de Natal. Uma exposição cultural não é exatamente o que elas
esperam encontrar em corredores onde lojas e promoções se sucedem. “Por
isso, quando a gente encontra algo assim, não tem como parar para ver”,
explicou o auxiliar administrativo, sugerindo na sequência: “Poderia haver
mais iniciativas como essas”.
esboçaram semelhante reação. Cerca de 60 mil pessoas circulam diariamente no
maior shopping de Natal. Uma exposição cultural não é exatamente o que elas
esperam encontrar em corredores onde lojas e promoções se sucedem. “Por
isso, quando a gente encontra algo assim, não tem como parar para ver”,
explicou o auxiliar administrativo, sugerindo na sequência: “Poderia haver
mais iniciativas como essas”.
A intervenção cultural em um
shopping center não passa despercebida. Até quem apenas arrisca um olhar de
curiosidade, vai reduzindo os passos até parar completamente e se voltar para o
Memorial Legislativo.
shopping center não passa despercebida. Até quem apenas arrisca um olhar de
curiosidade, vai reduzindo os passos até parar completamente e se voltar para o
Memorial Legislativo.
Foi o caso da psicóloga Maria
Dantas Bezerra. Ela disse que se emocionou quando viu uma máquina de
datilografia na exposição. “Remeteu
ao meu pai. Ele era advogado e gostava de escrever na máquina. Eu me emocionei
bastante”, relatou. Ela também se soma ao primeiro personagem, Tiago
Fonseca, e pede por mais intervenções culturais como essas.
Dantas Bezerra. Ela disse que se emocionou quando viu uma máquina de
datilografia na exposição. “Remeteu
ao meu pai. Ele era advogado e gostava de escrever na máquina. Eu me emocionei
bastante”, relatou. Ela também se soma ao primeiro personagem, Tiago
Fonseca, e pede por mais intervenções culturais como essas.


