Internet e jogos eletrônicos devem ser monitorados pelos pais

Hoje em dia, a internet e os
jogos eletrônicos fazem parte da rotina de grande parte das crianças e
adolescentes. É a tal “geração y” que cresceu jogando videogame,
acessando a internet e usando celular. Um mundo fascinante, cheio
de estímulos e também de perigos. Você sabe até que ponto passar horas em
frente ao computador jogando ou conectado à internet pode prejudicar o
desenvolvimento do seu filho?
Quando eles estão em frente
a essas opções de entretenimento, os olhos nem piscam, já os dedos das mãos não
páram. São jogadores de futebol, guerreiros, pilotos. Personagens de um mundo
fascinante cheio de desafios que só existe na tela do videogame.
Sabrina tem 12 anos e em
casa não deixa a oportunidade de jogar escapar das mãos. Tem o computador, o
tablet e o celular sempre do lado. Devora os jogos e não interrompe a diversão
nem pra jantar. “Gosto muito de jogar. Acordo e já pego o celular”, disse a
estudante.
Mas essa “fome” de
jogos eletrônicos preocupou a família. A mãe aumentou o controle para o prazer
não virar vício. “Agora a gente tem que ficar brigando para não atrapalhar os
estudos”, disse a Amanda Mousinho, mãe de Sabrina.
Os brinquedos virtuais
conquistam quem nasceu e cresceu vidrado nos jogos digitais. Às vezes eles
trocam os brinquedos reais pelos virtuais.
A psicóloga Artenira Sauaia
explica que os pais precisam observar quanto tempo os filhos ficam jogando
vídeo game. “Os pais têm que ficar atentos: mais de duas horas é prejudicial”,
alertou a especialista.

Pode ser difícil
perceber o problema, mas é possível avaliar se o que as crianças e os
adolescentes estão fazendo no computador pode trazer consequências graves.

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