Na expectativa sobre o
número de consórcios participando da disputa e de protestos contra a “entrega
do pré-sal” a empresas estrangeiras, o governo realiza nesta segunda-feira
(21), no Rio de Janeiro, o leilão do campo de Libra, o primeiro prevendo a
exploração de petróleo e gás natural na camada pré-sal sob o regime de partilha
(em que a União fica com parte do óleo extraído pelas empresas vencedoras).
número de consórcios participando da disputa e de protestos contra a “entrega
do pré-sal” a empresas estrangeiras, o governo realiza nesta segunda-feira
(21), no Rio de Janeiro, o leilão do campo de Libra, o primeiro prevendo a
exploração de petróleo e gás natural na camada pré-sal sob o regime de partilha
(em que a União fica com parte do óleo extraído pelas empresas vencedoras).
Segundo a Agência Nacional
de Petróleo (ANP), a exploração do campo de Libra deve dobrar as reservas
nacionais de petróleo – a estimativa é que o volume de óleo recuperável seja de
8 bilhões a 12 bilhões de barris – as reservas nacionais são hoje de 15,3
bilhões de barris. As reservas de gás somam atualmente 459,3 bilhões de metros
cúbicos e também devem duplicar com Libra.
de Petróleo (ANP), a exploração do campo de Libra deve dobrar as reservas
nacionais de petróleo – a estimativa é que o volume de óleo recuperável seja de
8 bilhões a 12 bilhões de barris – as reservas nacionais são hoje de 15,3
bilhões de barris. As reservas de gás somam atualmente 459,3 bilhões de metros
cúbicos e também devem duplicar com Libra.
O leilão, previsto para
começar às 14h no hotel Windsor, na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio), deve
ser marcado por protestos de trabalhadores, sindicalistas, ambientalistas e
representantes de movimentos sociais, contrários à exploração da iniciativa
privada.
começar às 14h no hotel Windsor, na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio), deve
ser marcado por protestos de trabalhadores, sindicalistas, ambientalistas e
representantes de movimentos sociais, contrários à exploração da iniciativa
privada.


