O Governo do Estado, por
meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), será
parceiro da Prefeitura Municipal de Florânia para viabilizar a atração de
empresas para investir na produção frutífera, atividade tradicional na Serra do
Cajueiro. Durante visita realizada no último sábado (11), o secretário do
Desenvolvimento Econômico, Rogério Marinho, se reuniu com o prefeito Júnior de
Janúncio, e os empresários Antônio Jales e José Carlos, proprietários da
Sterbom Sorvetes e Sterbom Polpa de Frutas para analisarem o potencial de
produção frutífera e o trabalho realizado pelas associações da região.
meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), será
parceiro da Prefeitura Municipal de Florânia para viabilizar a atração de
empresas para investir na produção frutífera, atividade tradicional na Serra do
Cajueiro. Durante visita realizada no último sábado (11), o secretário do
Desenvolvimento Econômico, Rogério Marinho, se reuniu com o prefeito Júnior de
Janúncio, e os empresários Antônio Jales e José Carlos, proprietários da
Sterbom Sorvetes e Sterbom Polpa de Frutas para analisarem o potencial de
produção frutífera e o trabalho realizado pelas associações da região.
De acordo com
secretário Rogério Marinho esse é o momento de ampliar as oportunidades da
Serra de Santana agregando valor à produção de frutas da região. “Existe um
enorme potencial para produção de frutas aqui na Serra do Cajueiro em direção à
Serra de Santana, como Tenente Laurentino, Lagoa Nova, Cerro Corá e Bodó. O
nosso objetivo é utilizar essa produção juntamente com a parceria das associações
comunitárias que já existem aqui pra agregar a força da indústria e com isso
chegar a lugares que hoje as associações não chegariam”, analisou.
secretário Rogério Marinho esse é o momento de ampliar as oportunidades da
Serra de Santana agregando valor à produção de frutas da região. “Existe um
enorme potencial para produção de frutas aqui na Serra do Cajueiro em direção à
Serra de Santana, como Tenente Laurentino, Lagoa Nova, Cerro Corá e Bodó. O
nosso objetivo é utilizar essa produção juntamente com a parceria das associações
comunitárias que já existem aqui pra agregar a força da indústria e com isso
chegar a lugares que hoje as associações não chegariam”, analisou.

