Ainda nos dias atuais é
difícil imaginar uma grande rede de televisão brasileira sem espaços para
exibições de filmes. Essa possibilidade, para surpresa de todos, já é
discutida, internamente na Globo. E, por diversas razões, além da principal que
é a de incentivar a criatividade local.
difícil imaginar uma grande rede de televisão brasileira sem espaços para
exibições de filmes. Essa possibilidade, para surpresa de todos, já é
discutida, internamente na Globo. E, por diversas razões, além da principal que
é a de incentivar a criatividade local.
Os filmes, já de alguns
anos, têm representado pouca coisa no contexto geral da audiência, embora continuem
custando verdadeiras fortunas. Some-se a isso a popularização do cabo, ou
sistemas como Netflix, que permitem a qualquer pessoa assistir a um filme na
hora que bem entender. Todo esse conjunto de motivos tem levado a direção da
Globo a reexaminar a questão e chegar ao que pode vir a ser o mais interessante
para as TVs convencionais.
anos, têm representado pouca coisa no contexto geral da audiência, embora continuem
custando verdadeiras fortunas. Some-se a isso a popularização do cabo, ou
sistemas como Netflix, que permitem a qualquer pessoa assistir a um filme na
hora que bem entender. Todo esse conjunto de motivos tem levado a direção da
Globo a reexaminar a questão e chegar ao que pode vir a ser o mais interessante
para as TVs convencionais.
As existências do
“Sessão da Tarde”, “Supercine”, “Tela Quente”,
além das demais, diante do que se avalia, podem estar muito próximas do fim. Como
outro aspecto positivo, entende-se que tudo que hoje é desembolsado na
aquisição das produções de fora, poderá ser destinado a outras importantes
áreas da programação. Pelo que se ouve no Projac, este parece ser um caminho
sem volta. E dos mais interessantes.
“Sessão da Tarde”, “Supercine”, “Tela Quente”,
além das demais, diante do que se avalia, podem estar muito próximas do fim. Como
outro aspecto positivo, entende-se que tudo que hoje é desembolsado na
aquisição das produções de fora, poderá ser destinado a outras importantes
áreas da programação. Pelo que se ouve no Projac, este parece ser um caminho
sem volta. E dos mais interessantes.


