A Assembleia Legislativa
discutiu, na tarde desta terça-feira (6), a situação do atendimento às pessoas
com HIV/Aids e medidas para prevenção da doença no Rio Grande do Norte. Em
debate que contou com pessoas que militam na área, o deputado Fernando Mineiro
(PT), propositor da audiência pública, comprometeu-se a interceder em prol das
reivindicações do grupo.
discutiu, na tarde desta terça-feira (6), a situação do atendimento às pessoas
com HIV/Aids e medidas para prevenção da doença no Rio Grande do Norte. Em
debate que contou com pessoas que militam na área, o deputado Fernando Mineiro
(PT), propositor da audiência pública, comprometeu-se a interceder em prol das
reivindicações do grupo.
O Rio Grande do Norte,
atualmente, está entre os piores estados brasileiros no tratamento voltado às
Pessoas Vivendo com HIV/Aids (PVHA’s). Se no passado recente, o estado foi
modelo e referência nacional nesse tratamento, situação se inverteu. Segundo
Esdras Rodrigues Gurgel, representante da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com
HIV/Aids, o estado ocupa, atualmente, a 3ª pior posição entre todos do Brasil
na proporção entre população e pessoas infectadas. De acordo com ele, o RN tem
5,5 pessoas infectadas por ano para cada grupo de 100 mil habitantes. A média
nacional é de 2,5.
atualmente, está entre os piores estados brasileiros no tratamento voltado às
Pessoas Vivendo com HIV/Aids (PVHA’s). Se no passado recente, o estado foi
modelo e referência nacional nesse tratamento, situação se inverteu. Segundo
Esdras Rodrigues Gurgel, representante da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com
HIV/Aids, o estado ocupa, atualmente, a 3ª pior posição entre todos do Brasil
na proporção entre população e pessoas infectadas. De acordo com ele, o RN tem
5,5 pessoas infectadas por ano para cada grupo de 100 mil habitantes. A média
nacional é de 2,5.
“As pessoas que vivem com HIV em nosso estado
estão com difícil acesso aos exames de média a alta complexidade e, inclusive,
os de rotina”, disse Esdras Gurgel. Ainda
segundo o representante da RNP, há apenas 10 unidades com serviços de
assistência especializada no RN e elas não funcionam de acordo com o protocolo
nacional do Ministério da Saúde, o que “precariza ainda mais o serviço”. Por
isso, segundo ele, é necessário o apoio do Poder Público para que se reverta a
situação.
estão com difícil acesso aos exames de média a alta complexidade e, inclusive,
os de rotina”, disse Esdras Gurgel. Ainda
segundo o representante da RNP, há apenas 10 unidades com serviços de
assistência especializada no RN e elas não funcionam de acordo com o protocolo
nacional do Ministério da Saúde, o que “precariza ainda mais o serviço”. Por
isso, segundo ele, é necessário o apoio do Poder Público para que se reverta a
situação.


