A expedição “Retratos da
Seca”, promovida pela Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do
Norte (FAERN), chegou a Caicó neste domingo (24). Segundo presidente da FAERN,
José Álvares Vieira, a intenção é mostrar o imagem da agropecuária que está
sendo devastada. Participam de evento entidades parceiras como sindicatos e
associações rurais, Banco do Nordeste, os prefeitos Roberto Germano (Caicó),
Jackson Dantas (São José do Seridó) e Urbano Farias (Serra Negra do Norte).
Seca”, promovida pela Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do
Norte (FAERN), chegou a Caicó neste domingo (24). Segundo presidente da FAERN,
José Álvares Vieira, a intenção é mostrar o imagem da agropecuária que está
sendo devastada. Participam de evento entidades parceiras como sindicatos e
associações rurais, Banco do Nordeste, os prefeitos Roberto Germano (Caicó),
Jackson Dantas (São José do Seridó) e Urbano Farias (Serra Negra do Norte).
“Estamos trazendo toda a
imprensa do Rio Grande do Norte justamente para mostrar à sociedade que esta é
uma seca diferente das últimas décadas, pessoas não estão indo para a cidade
saquear os armazéns, mas estão perdendo o seu rebanho e todo seu patrimônio que
é a atividade rural”, disse José Álvares.
imprensa do Rio Grande do Norte justamente para mostrar à sociedade que esta é
uma seca diferente das últimas décadas, pessoas não estão indo para a cidade
saquear os armazéns, mas estão perdendo o seu rebanho e todo seu patrimônio que
é a atividade rural”, disse José Álvares.
Como resultado da expedição,
será montado um documentário e encaminhado ao governo do estado e à presidência
da República. “Queremos acordar o governo para fazermos uma operação de guerra
e salvar a atividade produtiva. A apicultura, por exemplo, acabou praticamente
no estado por causa dessa seca”, continuou o presidente da FAERN.
será montado um documentário e encaminhado ao governo do estado e à presidência
da República. “Queremos acordar o governo para fazermos uma operação de guerra
e salvar a atividade produtiva. A apicultura, por exemplo, acabou praticamente
no estado por causa dessa seca”, continuou o presidente da FAERN.
São estimadas perdas
R$ 3 bilhões, mas esse quadro tende a se agravar, já que o período de estiagem
ainda não acabou. “Nós precisamos de planos de médio e longo prazo, assistência
técnica adequada, crédito desburocratizado e o endividamento rural seja
resolvido de forma definitiva”, concluiu ele.
R$ 3 bilhões, mas esse quadro tende a se agravar, já que o período de estiagem
ainda não acabou. “Nós precisamos de planos de médio e longo prazo, assistência
técnica adequada, crédito desburocratizado e o endividamento rural seja
resolvido de forma definitiva”, concluiu ele.


