Após encerrarem hoje (10) os
dois dias de discussões do Encontro Nacional de Entidades Médicas (Enem), os
profissionais divulgaram uma carta reafirmando o posicionamento contra o
Programa Mais Médicos e pela derrubada dos vetos à lei que regulamenta a atividade no país e que
ficou conhecida como Lei do Ato Médico. No texto, as entidades da área médica
defendem a atuação de profissionais formados no exterior apenas após terem
passado pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por
Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida)
dois dias de discussões do Encontro Nacional de Entidades Médicas (Enem), os
profissionais divulgaram uma carta reafirmando o posicionamento contra o
Programa Mais Médicos e pela derrubada dos vetos à lei que regulamenta a atividade no país e que
ficou conhecida como Lei do Ato Médico. No texto, as entidades da área médica
defendem a atuação de profissionais formados no exterior apenas após terem
passado pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por
Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida)
As entidades defendem ainda
a contratação de médicos por meio de concurso público nacional e com garantia
dos direitos trabalhistas. No próximo dia 20, quando os deputados e senadores
devem decidir se aprovam ou rejeitam os vetos presidenciais à Lei do Ato
Médico, os profissionais planejam atos de mobilização no Congresso Nacional.
a contratação de médicos por meio de concurso público nacional e com garantia
dos direitos trabalhistas. No próximo dia 20, quando os deputados e senadores
devem decidir se aprovam ou rejeitam os vetos presidenciais à Lei do Ato
Médico, os profissionais planejam atos de mobilização no Congresso Nacional.
“Propomos a defesa da
criação da carreira de Estado para o médico, ponto essencial à interiorização
permanente da assistência em saúde, com a fixação do profissional e a melhoria
das infraestruturas de atendimento em áreas remotas”, diz a carta.

