O dólar disparou e atingiu a
maior cotação dos últimos quatro anos esta semana. Apesar de ter registrado um
leve recuo com relação ao início da semana, e ter fechado a sexta-feira a R$
2,148, a cotação ainda figura entre as cinco maiores da década. Os efeitos da
alta já estão sendo sentidos no Rio Grande do Norte.
maior cotação dos últimos quatro anos esta semana. Apesar de ter registrado um
leve recuo com relação ao início da semana, e ter fechado a sexta-feira a R$
2,148, a cotação ainda figura entre as cinco maiores da década. Os efeitos da
alta já estão sendo sentidos no Rio Grande do Norte.
Quem importa insumos,
máquinas e equipamentos já está pagando mais caro. Este é caso de Luiz Roberto
Barcelos, diretor comercial da Agrícola Famosa, Maior exportadora de frutas
frescas do Brasil e maior produtora de melão do mundo, que, em função da alta,
desembolsará até R$ 3 milhões até agosto, para comprar a mesma quantidade de
insumos para a próxima safra.
máquinas e equipamentos já está pagando mais caro. Este é caso de Luiz Roberto
Barcelos, diretor comercial da Agrícola Famosa, Maior exportadora de frutas
frescas do Brasil e maior produtora de melão do mundo, que, em função da alta,
desembolsará até R$ 3 milhões até agosto, para comprar a mesma quantidade de
insumos para a próxima safra.
Segundo ele, o preço dos
defensivos agrícolas, por exemplo, já está entre 10% e 15% mais caro. A
expectativa, segundo Barcelos, é aumentar o preço das frutas, pago também em
dólar. “A gente precisa fechar num preço bom”, afirma o executivo, que também é
presidente do Comitê Executivo de Fitossanidade do RN, entidade que representa
os fruticultores do RN e do Ceará.
defensivos agrícolas, por exemplo, já está entre 10% e 15% mais caro. A
expectativa, segundo Barcelos, é aumentar o preço das frutas, pago também em
dólar. “A gente precisa fechar num preço bom”, afirma o executivo, que também é
presidente do Comitê Executivo de Fitossanidade do RN, entidade que representa
os fruticultores do RN e do Ceará.
“O cliente quer que a gente baixe o preço da
fruta (porque o dólar está muito alto), mas não sabemos como o dólar se
comportará até o início das exportações”, afirma.
fruta (porque o dólar está muito alto), mas não sabemos como o dólar se
comportará até o início das exportações”, afirma.

