Com direito a gafe de chef em sorteio, Brasil cai em Grupo da Morte

Por mais irônico que possa parecer, as mãos de um renomado chef de cozinha atrapalharam o sorteio da Copa das Confederações de 2013 neste sábado, no Centro de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Alex Atala, um dos convidados pela organização, confundiu-se ao pegar a bola que correspondia ao Grupo A quando surgiu o nome do Uruguai (pote B) e deixou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, visivelmente constrangido. De quebra, ele ajudou a colocar o Brasil na chave mais complicada do torneio. Além da seleção brasileira e da Itália, o México e o Japão também caíram no Grupo B – a estreia dos comandados de Luiz Felipe Scolari será diante dos japoneses, no dia 15 de junho, às 16h (de Brasília), no Estádio Nacional de Brasília. A Espanha, protagonista do B, enfrentará a Celeste, Taiti e o representante da África.
Jérôme Valcke mostra o nome do Brasil: pequena confusão atrapalhou o sorteio (Foto: Agência AFP)Jérôme Valcke comandou o evento ao lado da modelo brasileira, Adriana Lima, e do badalado chef Alex Atala, responsável pela gafe logo em um de seus primeiros atos. Na plateia, nomes como Felipão, novo técnico da Seleção, Vicente del Bosque, da Espanha, Cesare Prandelli, da Itália, Óscar Tabárez, do Uruguai, Alberto Zaccheroni, do Japão, Eddy Etaeta, do Taiti, e Jose Manuel de la Torre, do México – treinadores das sete seleções classificadas para a Copa das Confederações. O representante africano só será conhecido em fevereiro, após a Copa Africana de Nações. A Copa das Confederações será realizada no Brasil entre os dias 15 e 30 de junho do próximo ano. São seis cidades-sede: Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, que abrigará a grande decisão.
Antes de as bolinhas serem protagonistas, personalidades do futebol e política abrilhantaram o evento. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, foi quem abriu a cerimônia com palavras de otimismo – ele confia que o Brasil organizará um grande torneio. O presidente da CBF, José Maria Marin, veio na sequência para reforças as palavras do suíço, acreditando que o país está preparado. A presidente Dilma Roussef, por sua vez, cobrou um bom futebol da seleção e elogiou Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira (coordenador técnico), nomeados nesta semana após a demissão de Mano Menezes.

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