O Brasil tem 157 municípios
em situação de risco de dengue e outros 525 em alerta, a maioria na região Nordeste,
informou o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas
Barbosa, nesta terça-feira (19), em Brasília, durante o lançamento da campanha
nacional contra a dengue, intitulada “Não dê tempo para a dengue” e
encabeçada pelo ex-jogador de futebol e ex-capitão da seleção brasileira Cafu.
em situação de risco de dengue e outros 525 em alerta, a maioria na região Nordeste,
informou o secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas
Barbosa, nesta terça-feira (19), em Brasília, durante o lançamento da campanha
nacional contra a dengue, intitulada “Não dê tempo para a dengue” e
encabeçada pelo ex-jogador de futebol e ex-capitão da seleção brasileira Cafu.
As cidades consideradas em
risco, ou com sinal vermelho, são aquelas onde foram encontrados focos de
dengue em mais de 4% das residências visitadas. Já os municípios em alerta ou
sinal amarelo são aqueles em que houve foco em 1% a 3,9% dos domicílios. Esses
dados fazem parte do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa),
que mediu o nível de infestação pelo mosquito em 1.300 cidades brasileiras.
risco, ou com sinal vermelho, são aquelas onde foram encontrados focos de
dengue em mais de 4% das residências visitadas. Já os municípios em alerta ou
sinal amarelo são aqueles em que houve foco em 1% a 3,9% dos domicílios. Esses
dados fazem parte do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa),
que mediu o nível de infestação pelo mosquito em 1.300 cidades brasileiras.
Em 2013, o país
notificou mais de 1,4 milhão de casos suspeitos, um aumento de 54,6% em relação
a 2010. No ano passado, entre janeiro e novembro, foram registrados 500 mil
casos de dengue, e o governo atribui essa elevação à transição dos governos
municipais, que teria dificultado os trabalhos dos agentes de saúde, e à entrada
do sorotipo 4, ao qual grande parte da população ainda está bastante
suscetível.
notificou mais de 1,4 milhão de casos suspeitos, um aumento de 54,6% em relação
a 2010. No ano passado, entre janeiro e novembro, foram registrados 500 mil
casos de dengue, e o governo atribui essa elevação à transição dos governos
municipais, que teria dificultado os trabalhos dos agentes de saúde, e à entrada
do sorotipo 4, ao qual grande parte da população ainda está bastante
suscetível.


