O Programa de Recuperação da
Cajucultura no Rio Grande do Norte será tema de audiência pública nesta
quinta-feira (24), na Assembleia Legislativa. O debate, proposto pelo deputado
Hermano Morais (PMDB), acontece a partir das 14h, no auditório da Casa
Legislativa, e irá reunir representantes do Poder Público, produtores,
técnicos, comerciantes e órgãos competentes acerca do tema.
Cajucultura no Rio Grande do Norte será tema de audiência pública nesta
quinta-feira (24), na Assembleia Legislativa. O debate, proposto pelo deputado
Hermano Morais (PMDB), acontece a partir das 14h, no auditório da Casa
Legislativa, e irá reunir representantes do Poder Público, produtores,
técnicos, comerciantes e órgãos competentes acerca do tema.
“Apesar de figurar entre os
principais produtos da pauta de exportação do Estado, a castanha de caju
apresentou um declínio nas exportações devido à seca. O longo período de
estiagem mudou a paisagem e a Cajucultura potiguar não conseguiu segurar o
ritmo de produção nos pomares devido à escassez de chuvas. A audiência pretende
minimizar os impactos, solucionar os problemas e reerguer a Cajucultura em
nosso Estado”, avalia Hermano Morais.
principais produtos da pauta de exportação do Estado, a castanha de caju
apresentou um declínio nas exportações devido à seca. O longo período de
estiagem mudou a paisagem e a Cajucultura potiguar não conseguiu segurar o
ritmo de produção nos pomares devido à escassez de chuvas. A audiência pretende
minimizar os impactos, solucionar os problemas e reerguer a Cajucultura em
nosso Estado”, avalia Hermano Morais.
Os maiores polos produtores de
caju do RN registraram perdas de produção em 2016, apesar de sinais de
recuperação dessa lavoura. Na região da Serra de Sant’Ana, no Seridó, as baixas
registram 40% da produção. Já na Serra do Mel esse número sobe para 45%. A
região com os maiores danos é o Médio Oeste, onde as perdas chegam a 80%.
caju do RN registraram perdas de produção em 2016, apesar de sinais de
recuperação dessa lavoura. Na região da Serra de Sant’Ana, no Seridó, as baixas
registram 40% da produção. Já na Serra do Mel esse número sobe para 45%. A
região com os maiores danos é o Médio Oeste, onde as perdas chegam a 80%.
O RN é o principal exportador de castanha de
caju do país. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior, em 2011, ano em que se registraram boas chuvas no Estado,
5,7 mil toneladas de castanha de caju fresca e sem casca foram vendidas para o
exterior. No ano de 2014, já em emergência por causa da seca, o RN exportou
pouco mais de 3,3 mil toneladas. Em 2015, de janeiro a outubro, cerca de 1,7
mil toneladas foram exportadas. De acordo com o deputado, o atual cenário é
reflexo da descontinuidade de programas, sucessivos períodos de estiagem,
incidência de pragas e pomares envelhecidos.
caju do país. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior, em 2011, ano em que se registraram boas chuvas no Estado,
5,7 mil toneladas de castanha de caju fresca e sem casca foram vendidas para o
exterior. No ano de 2014, já em emergência por causa da seca, o RN exportou
pouco mais de 3,3 mil toneladas. Em 2015, de janeiro a outubro, cerca de 1,7
mil toneladas foram exportadas. De acordo com o deputado, o atual cenário é
reflexo da descontinuidade de programas, sucessivos períodos de estiagem,
incidência de pragas e pomares envelhecidos.


