Na intenção de discutir as
prioridades e as necessidades do setor ceramista do Rio Grande do Norte enfrenta,
o deputado Hermano Morais (PMDB) reuniu empresários, representantes do poder
público e da sociedade civil em audiência pública, nesta quinta-feira (6), no
auditório da Assembleia Legislativa.
prioridades e as necessidades do setor ceramista do Rio Grande do Norte enfrenta,
o deputado Hermano Morais (PMDB) reuniu empresários, representantes do poder
público e da sociedade civil em audiência pública, nesta quinta-feira (6), no
auditório da Assembleia Legislativa.
O objetivo do deputado Hermano
Morais quando idealizou a audiência foi de contribuir para a formalização de
parcerias e novas formas de aperfeiçoamento visando o avanço na produtividade.
O trabalho dos órgãos fiscalizadores diante da atividade econômica foi o
principal foco da discussão.
Morais quando idealizou a audiência foi de contribuir para a formalização de
parcerias e novas formas de aperfeiçoamento visando o avanço na produtividade.
O trabalho dos órgãos fiscalizadores diante da atividade econômica foi o
principal foco da discussão.
De acordo com Hermano Morais,
essa discussão se faz necessária para que se tenha condições de mapear esse
setor tão importante para a economia do estado. “As cerâmicas foram ameaçadas
de fechamento pelos órgãos ambientais, já que a maioria dos ceramistas não
estavam em condições de fazer investimentos que as fiscalizações exigiam. Hoje
temos 160 empresas em funcionamento. O que pretendemos é encontrar soluções
satisfatórias que não ocasionem o fechamento dessas empresas”, explicou.
essa discussão se faz necessária para que se tenha condições de mapear esse
setor tão importante para a economia do estado. “As cerâmicas foram ameaçadas
de fechamento pelos órgãos ambientais, já que a maioria dos ceramistas não
estavam em condições de fazer investimentos que as fiscalizações exigiam. Hoje
temos 160 empresas em funcionamento. O que pretendemos é encontrar soluções
satisfatórias que não ocasionem o fechamento dessas empresas”, explicou.
O presidente do Sindicato da
Indústria Cerâmica para Construção do Rio Grande do Norte (SINDICER-RN), Pedro
Terceiro de Melo, ressaltou que todas as dificuldades enfrentadas pelo estado
implicam também no aumento dos problemas para o setor ceramista. “Fazemos parte
de uma economia e estamos tentando manter o setor e evoluir, mas sabemos que o
momento, para as empresas de modo geral, não só cerâmico, é um momento muito
delicado. Diante desse quadro econômico do RN, estamos recebendo muitas
fiscalizações e algumas delas nos deixam desconfortáveis por serem muito
difíceis de serem atendidas. Entendemos que devemos obedecer as leis, mas
esperamos fazer isso de forma que possamos manter nossas empresas funcionando.
Nosso desejo é de dialogar. Estamos certos de que devemos fazer alguma coisa
para compensar as degradações ambientais, mas que seja também viável para a
gente”, disse.
Indústria Cerâmica para Construção do Rio Grande do Norte (SINDICER-RN), Pedro
Terceiro de Melo, ressaltou que todas as dificuldades enfrentadas pelo estado
implicam também no aumento dos problemas para o setor ceramista. “Fazemos parte
de uma economia e estamos tentando manter o setor e evoluir, mas sabemos que o
momento, para as empresas de modo geral, não só cerâmico, é um momento muito
delicado. Diante desse quadro econômico do RN, estamos recebendo muitas
fiscalizações e algumas delas nos deixam desconfortáveis por serem muito
difíceis de serem atendidas. Entendemos que devemos obedecer as leis, mas
esperamos fazer isso de forma que possamos manter nossas empresas funcionando.
Nosso desejo é de dialogar. Estamos certos de que devemos fazer alguma coisa
para compensar as degradações ambientais, mas que seja também viável para a
gente”, disse.
De acordo com ele, o setor
cerâmico mais importante do mundo é o da China e o segundo, é o do Brasil. Em
relação ao Nordeste, o RN está terceiro lugar, perdendo somente para os estados da Bahia e do Ceará.
O setor potiguar gera em torno de 6 mil empregos.
cerâmico mais importante do mundo é o da China e o segundo, é o do Brasil. Em
relação ao Nordeste, o RN está terceiro lugar, perdendo somente para os estados da Bahia e do Ceará.
O setor potiguar gera em torno de 6 mil empregos.


