O cronograma da campanha
pela criação da Universidade Federal do Seridó teve mais uma etapa cumprida
neste sábado, 06 de abril. Os articuladores do movimento promoveram encontro
com professores do Centro de Ensino Superior do Seridó – CERES-UFRN para
esclarecer que o foco da campanha é a criação de uma nova instituição. O
encontro aconteceu durante um café na Panificadora Seridó.
pela criação da Universidade Federal do Seridó teve mais uma etapa cumprida
neste sábado, 06 de abril. Os articuladores do movimento promoveram encontro
com professores do Centro de Ensino Superior do Seridó – CERES-UFRN para
esclarecer que o foco da campanha é a criação de uma nova instituição. O
encontro aconteceu durante um café na Panificadora Seridó.
“Não estamos discutindo o
CERES, estamos discutindo uma Universidade nova”, enfatizou Oberdan Damásio,
presidente da Associação dos Ex-alunos do CDS, observando que o movimento
liderado pela Diocese de Caicó não tem vínculo com as propostas defendidas
anteriormente por parlamentares que tratavam do desmembramento do CERES. “Se
fosse para isso teríamos iniciado o debate dentro da UFRN”, completou Oberdan.
CERES, estamos discutindo uma Universidade nova”, enfatizou Oberdan Damásio,
presidente da Associação dos Ex-alunos do CDS, observando que o movimento
liderado pela Diocese de Caicó não tem vínculo com as propostas defendidas
anteriormente por parlamentares que tratavam do desmembramento do CERES. “Se
fosse para isso teríamos iniciado o debate dentro da UFRN”, completou Oberdan.
O professor aposentado da
UFRN, Dirceu Ribeiro, destacou que a proposta já tinha sido suscitada em Caicó
outras vezes. “Essa discussão já existiu em 1971. Lembro uma reunião na
Biblioteca Municipal com Rui Pereira, Dr. Chiquinho (prefeito) e várias autoridades
da cidade. Quando Dinarte Mariz criou o CERES já pensava em algo maior. Estamos
retomando este debate aproveitando a política de interiorização do ensino
superior defendida pelo Governo Federal”, observou.
UFRN, Dirceu Ribeiro, destacou que a proposta já tinha sido suscitada em Caicó
outras vezes. “Essa discussão já existiu em 1971. Lembro uma reunião na
Biblioteca Municipal com Rui Pereira, Dr. Chiquinho (prefeito) e várias autoridades
da cidade. Quando Dinarte Mariz criou o CERES já pensava em algo maior. Estamos
retomando este debate aproveitando a política de interiorização do ensino
superior defendida pelo Governo Federal”, observou.
Dirceu destacou que a
principal justificativa de lutar por uma Universidade é a autonomia
administrativa e orçamentária que terá a nova instituição. “Hoje, nós temos
Centros Universitários em Natal menores que o nosso com o triplo do orçamento
do CERES”, comparou Dirceu.
principal justificativa de lutar por uma Universidade é a autonomia
administrativa e orçamentária que terá a nova instituição. “Hoje, nós temos
Centros Universitários em Natal menores que o nosso com o triplo do orçamento
do CERES”, comparou Dirceu.
O chefe do Departamento de
Ciências Exatas a Aplicadas, Celso Luiz, considerou o encontro positivo. “O
debate é criar uma instituição a mais, que contribua com a prática educacional
e com o desenvolvimento. Com o aprofundamento do debate acredito que vários
outros colegas serão a favor. Nunca fomos ouvidos sobre a vinda de outras
instituições, mas agora estamos sendo”, relatou o professor Celso.
Ciências Exatas a Aplicadas, Celso Luiz, considerou o encontro positivo. “O
debate é criar uma instituição a mais, que contribua com a prática educacional
e com o desenvolvimento. Com o aprofundamento do debate acredito que vários
outros colegas serão a favor. Nunca fomos ouvidos sobre a vinda de outras
instituições, mas agora estamos sendo”, relatou o professor Celso.
A diretora do CERES, Ana
Maria Pereira Aires, também participou do encontro. “Não há como discutir
Universidade Federal do Seridó sem discutir o CERES. Não dá para discutir o
novo sem discutir a instituição existente. Temos que ter argumento mais fortes.
Esse discurso precisa ser conhecido e vamos contribuir para isso”, destacou Ana
Aires.
Maria Pereira Aires, também participou do encontro. “Não há como discutir
Universidade Federal do Seridó sem discutir o CERES. Não dá para discutir o
novo sem discutir a instituição existente. Temos que ter argumento mais fortes.
Esse discurso precisa ser conhecido e vamos contribuir para isso”, destacou Ana
Aires.
A diretora Ana Aires
garantiu apoio ao movimento, levando o debate para dentro do CERES-UFRN, com o
propósito de esclarecer professores, funcionário e alunos sobre o foco da
campanha pela criação da Universidade Federal do Seridó. Um encontro com
professores do Campus de Currais Novos também será agendado.
garantiu apoio ao movimento, levando o debate para dentro do CERES-UFRN, com o
propósito de esclarecer professores, funcionário e alunos sobre o foco da
campanha pela criação da Universidade Federal do Seridó. Um encontro com
professores do Campus de Currais Novos também será agendado.


