O presidente da Câmara dos
Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e mais quatro colegas da bancada
federal; Betinho Rosado (DEM), Fátima Bezerra (PT), Felipe Maia (DEM) e Sandra
Rosado (PSB), reuniram-se com 22 dos 24 deputados estaduais do Rio Grande do
Norte para discutirem saídas emergenciais para o agravamento da seca no Estado.
Os secretários de Agricultura, Júnior Teixeira, e de Recursos Hídricos,
Leonardo Rego, também participaram da reunião conjunta das duas bancadas na
Assembleia Legislativa, em Natal.
Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e mais quatro colegas da bancada
federal; Betinho Rosado (DEM), Fátima Bezerra (PT), Felipe Maia (DEM) e Sandra
Rosado (PSB), reuniram-se com 22 dos 24 deputados estaduais do Rio Grande do
Norte para discutirem saídas emergenciais para o agravamento da seca no Estado.
Os secretários de Agricultura, Júnior Teixeira, e de Recursos Hídricos,
Leonardo Rego, também participaram da reunião conjunta das duas bancadas na
Assembleia Legislativa, em Natal.
Henrique Alves demonstrou
preocupação com os relatos dos colegas parlamentares, reforçando os depoimentos
que ele mesmo ouviu, em Mossoró, no
final de semana, quando esteve em diferentes eventos, um deles, promovido pela
Federação das Câmaras de Vereadores do Rio Grande do Norte (Fecam), com a
presença de mais de mil vereadores. “A situação já está saindo do quadro
emergencial passando para estado de calamidade”, reconheceu o deputado.
preocupação com os relatos dos colegas parlamentares, reforçando os depoimentos
que ele mesmo ouviu, em Mossoró, no
final de semana, quando esteve em diferentes eventos, um deles, promovido pela
Federação das Câmaras de Vereadores do Rio Grande do Norte (Fecam), com a
presença de mais de mil vereadores. “A situação já está saindo do quadro
emergencial passando para estado de calamidade”, reconheceu o deputado.
No alto oeste, por exemplo,
a barragem de Pau dos Ferros só dispõe de água até dezembro. Mas, já a partir
do final deste mês passará a abastecer 13 cidades da região com a inauguração
de uma nova adutora. A alternativa Seria a construção de outra adutora,
expressa, de 75 quilômetros, saindo da barragem de Santa Cruz, em Apodi, até
Pau dos Ferros. O projeto, em fase de elaboração, custaria cerca de R$ 88
milhões e seria executado ainda este ano, antes do reservatório do DNOCS em Pau
dos Ferros secar.
a barragem de Pau dos Ferros só dispõe de água até dezembro. Mas, já a partir
do final deste mês passará a abastecer 13 cidades da região com a inauguração
de uma nova adutora. A alternativa Seria a construção de outra adutora,
expressa, de 75 quilômetros, saindo da barragem de Santa Cruz, em Apodi, até
Pau dos Ferros. O projeto, em fase de elaboração, custaria cerca de R$ 88
milhões e seria executado ainda este ano, antes do reservatório do DNOCS em Pau
dos Ferros secar.
Onde os reservatórios já
secaram, a alternativa seria acelerar a perfuração de 847 poços tubulares, no
valor de R$ 13 milhões, com recursos da Fundação Nacional de Saúde (funasa), e
a instalação de mais 118, já perfurados,
com recursos do ministério da Integração Nacional. A instalação foi contratada,
80% dos serviços já foram executados, mas somente 25% foram pagos. Dos R$ 2,3 milhões previstos, somente R$ 500
mil foram liberados, segundo o secretário de Recursos Hídricos.
secaram, a alternativa seria acelerar a perfuração de 847 poços tubulares, no
valor de R$ 13 milhões, com recursos da Fundação Nacional de Saúde (funasa), e
a instalação de mais 118, já perfurados,
com recursos do ministério da Integração Nacional. A instalação foi contratada,
80% dos serviços já foram executados, mas somente 25% foram pagos. Dos R$ 2,3 milhões previstos, somente R$ 500
mil foram liberados, segundo o secretário de Recursos Hídricos.


