Rompendo os céus, elas
sinalizam tecnologia e ligam pessoas através de ondas invisíveis ao olho
humano, seja através da telefonia móvel ou da conexão à internet. Em Natal, as
antenas de telefonia remota e transmissão de dados via banda larga somam 296
unidades. Este, número, porém, poderá subir para 461 até dezembro deste ano, com investimentos
da ordem de R$ 82,5 milhões, financiados pelas empresas detentoras dos serviços
Claro, Oi, TIM e VIVO – no Rio Grande do Norte. Entretanto, a instalação
integral das 165 antenas em Natal, previstas pela Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) como uma das prerrogativas à realização da Copa do
Mundo em 2014, duela com Leis Federais e Municipais, enquanto o tempo para
cumprimento do cronograma de instalação se torna cada vez menor.
sinalizam tecnologia e ligam pessoas através de ondas invisíveis ao olho
humano, seja através da telefonia móvel ou da conexão à internet. Em Natal, as
antenas de telefonia remota e transmissão de dados via banda larga somam 296
unidades. Este, número, porém, poderá subir para 461 até dezembro deste ano, com investimentos
da ordem de R$ 82,5 milhões, financiados pelas empresas detentoras dos serviços
Claro, Oi, TIM e VIVO – no Rio Grande do Norte. Entretanto, a instalação
integral das 165 antenas em Natal, previstas pela Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel) como uma das prerrogativas à realização da Copa do
Mundo em 2014, duela com Leis Federais e Municipais, enquanto o tempo para
cumprimento do cronograma de instalação se torna cada vez menor.
A expansão da quantidade de
antenas, segundo a Anatel e o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de
Serviços Móvel Celular e Pessoal (SinditeleBrasil), refletirá na melhoria do
sistema de telefonia atualmente oferecido e na aguardada introdução da
tecnologia de conectividade à internet através da quarta geração – 4G,
comumente usada em países europeus e na América do Norte. Contudo, localmente,
além das normas federais, a Lei Municipal nº 186/2001 que “regulamenta os
padrões urbanísticos, sanitários e ambientais para instalação de antenas
transmissoras de radiação eletromagnética e equipamentos afins no território do
Município”, se transformou numa verdadeira “pedra no sapato” para as empresas
responsáveis pela instalação e operação da tecnologia acima citada.
antenas, segundo a Anatel e o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de
Serviços Móvel Celular e Pessoal (SinditeleBrasil), refletirá na melhoria do
sistema de telefonia atualmente oferecido e na aguardada introdução da
tecnologia de conectividade à internet através da quarta geração – 4G,
comumente usada em países europeus e na América do Norte. Contudo, localmente,
além das normas federais, a Lei Municipal nº 186/2001 que “regulamenta os
padrões urbanísticos, sanitários e ambientais para instalação de antenas
transmissoras de radiação eletromagnética e equipamentos afins no território do
Município”, se transformou numa verdadeira “pedra no sapato” para as empresas
responsáveis pela instalação e operação da tecnologia acima citada.

