Com a Polícia Civil do Rio
Grande do Norte em greve desde segunda-feira (5), a Secretaria de Estado de
Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) determinou que o registro de boletins
de ocorrência de Natal e da região metropolitana acontecerá no Comando Geral da
Polícia Militar a partir desta sexta-feira (9). No interior do estado, o
procedimento pode ser feito nos batalhões e companhias independentes da PM no
caso de indisponibilidade das delegacias regionais da Polícia Civil.
Grande do Norte em greve desde segunda-feira (5), a Secretaria de Estado de
Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) determinou que o registro de boletins
de ocorrência de Natal e da região metropolitana acontecerá no Comando Geral da
Polícia Militar a partir desta sexta-feira (9). No interior do estado, o
procedimento pode ser feito nos batalhões e companhias independentes da PM no
caso de indisponibilidade das delegacias regionais da Polícia Civil.
De acordo com o diretor de
Policiamento da Grande Natal (Dpgran), Odilon Teodósio, serão instalados quatro
terminais no Comando Geral, cada um com um delegado, um agente e um escrivão. O
comandante geral da PM, coronel Francisco Araújo Silva, conta que os policiais
militares darão auxílio nos terminais.
Policiamento da Grande Natal (Dpgran), Odilon Teodósio, serão instalados quatro
terminais no Comando Geral, cada um com um delegado, um agente e um escrivão. O
comandante geral da PM, coronel Francisco Araújo Silva, conta que os policiais
militares darão auxílio nos terminais.
O Sindicato dos Policiais
Civis (Sinpol) reagiu e informou que os boletins não serão investigados
posteriormente se forem feitos por policiais militares. “Isso é ilegal,
pois é atribuição da Polícia Civil. Não vamos investigar a partir desses
boletins. Na nossa concepção o documento é nulo”, afirma o presidente do
sindicato, Djair Oliveira. De acordo com ele, para serem investigados, os
boletins precisarão ser refeitos. O Sinpol promete entrar na Justiça.
Civis (Sinpol) reagiu e informou que os boletins não serão investigados
posteriormente se forem feitos por policiais militares. “Isso é ilegal,
pois é atribuição da Polícia Civil. Não vamos investigar a partir desses
boletins. Na nossa concepção o documento é nulo”, afirma o presidente do
sindicato, Djair Oliveira. De acordo com ele, para serem investigados, os
boletins precisarão ser refeitos. O Sinpol promete entrar na Justiça.
A greve chegou ao seu
terceiro dia nesta quinta-feira (8). Em Natal estão em funcionamento apenas as
delegacias de plantão da zona Norte e Sul, além da parte administrativa da
Polícia Civil. No interior, as delegacias regionais estão à disposição para a
realização de flagrantes, segundo informou o presidente do Sinpol.

