A declaração é do
infectologista Dr. Rodolfo Dantas, que atende a população caicoense as terças e
quintas no Hospital Tiago Dias. Para ele, as pessoas devem ter vários cuidados
para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e o avanço da doença na
cidade de Caicó.
infectologista Dr. Rodolfo Dantas, que atende a população caicoense as terças e
quintas no Hospital Tiago Dias. Para ele, as pessoas devem ter vários cuidados
para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e o avanço da doença na
cidade de Caicó.
“A nossa grande esperança
para o controle da doença é uma vacina, que já está em fase de teste e deve ser
comercializada a partir de 2016. No entanto, até lá, temos que controlar os
mosquitos e, para isso, as pessoas devem fazer esse controle. O poder público
tem que incentivar, mas quem controla a dengue é a população”, disse o médico.
para o controle da doença é uma vacina, que já está em fase de teste e deve ser
comercializada a partir de 2016. No entanto, até lá, temos que controlar os
mosquitos e, para isso, as pessoas devem fazer esse controle. O poder público
tem que incentivar, mas quem controla a dengue é a população”, disse o médico.
Na opinião dele, cada pessoa
deve ficar atenta aos vários locais que o mosquito pode depositar os ovos
dentro de uma casa. “Ninguém acha que o mosquito está em casa, as pessoas sem
preferem dizer que vem do vizinho, quando na maioria das vezes a Dengue está na
nossa própria casa. As vezes são focos que a gente não sabe onde está, mas
devemos ficar de olho”, orientou.
deve ficar atenta aos vários locais que o mosquito pode depositar os ovos
dentro de uma casa. “Ninguém acha que o mosquito está em casa, as pessoas sem
preferem dizer que vem do vizinho, quando na maioria das vezes a Dengue está na
nossa própria casa. As vezes são focos que a gente não sabe onde está, mas
devemos ficar de olho”, orientou.
O Mosquito Aedes aegypti
mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e
listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da
manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas
quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que
alguns ataquem também durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois
no momento não dói e nem coça.
mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e
listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da
manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas
quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que
alguns ataquem também durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois
no momento não dói e nem coça.
“Aqui em Caicó circula o
mosquito Culex, que é a famosa muriçoca, e o Aedes Aegypti. A muriçoca é maior,
mais clara e voa mais alto que o mosquito da Dengue. Ela predomina só à noite.
O mosquito da Dengue é mais escuro, tem as pernas pintadas e circula mais no
começo da manhã e final da tarde. Ele voa baixo e as pessoas dificilmente
conseguem ver, já que ele se livra com facilidade das pessoas”, explicou o
infectologista.
mosquito Culex, que é a famosa muriçoca, e o Aedes Aegypti. A muriçoca é maior,
mais clara e voa mais alto que o mosquito da Dengue. Ela predomina só à noite.
O mosquito da Dengue é mais escuro, tem as pernas pintadas e circula mais no
começo da manhã e final da tarde. Ele voa baixo e as pessoas dificilmente
conseguem ver, já que ele se livra com facilidade das pessoas”, explicou o
infectologista.
Histórico
da Dengue no Brasil
da Dengue no Brasil
A Dengue tem origem na Ásia
e entrou no Brasil através da Cuba, primeiro país das Américas com caso
registrado da doença. Durante três anos os cubanos sofreram com os mosquitos
Aedis Aegipi e, em seguida, a doença apareceu para os brasileiros.
e entrou no Brasil através da Cuba, primeiro país das Américas com caso
registrado da doença. Durante três anos os cubanos sofreram com os mosquitos
Aedis Aegipi e, em seguida, a doença apareceu para os brasileiros.
“Nessa época houve um trabalho muito forte da
Superintendência de Campanhas de Saúde Pública, Sucam, para controle da Dengue,
Febre Amarela e Malária. Com isso, o Brasil ficou uns 10 anos livre da Dengue.
Mas com desaparelhamento da Sucam, a doença voltou ao país e até hoje os surtos
só tem aumentado”, lembrou o médico.


