Sete anos após o surgimento
da Lei Maria da Penha, que prevê medidas de proteção à mulher vítima de
violência, iniciativas municipais surgem no Brasil para reprimir os agressores.
O botão do pânico, em Vitória (ES), e a tornozeleira eletrônica, em Belo
Horizonte (MG), aparecem como ideias bem-sucedidas e que podem ser aplicadas em
outros estados.
da Lei Maria da Penha, que prevê medidas de proteção à mulher vítima de
violência, iniciativas municipais surgem no Brasil para reprimir os agressores.
O botão do pânico, em Vitória (ES), e a tornozeleira eletrônica, em Belo
Horizonte (MG), aparecem como ideias bem-sucedidas e que podem ser aplicadas em
outros estados.
A tornozeleira já vinha
sendo usada em Minas Gerais para outros casos. No entanto, passou a ser usada
por agressores de mulheres desde março, com sucesso. O programa, que começou
com 37 pessoas, cresceu e já monitorou 329 agressores e vítimas em cinco meses.
Atualmente, 219 homens usam o dispositivo, semelhante a um relógio de pulso,
preso à perna.
sendo usada em Minas Gerais para outros casos. No entanto, passou a ser usada
por agressores de mulheres desde março, com sucesso. O programa, que começou
com 37 pessoas, cresceu e já monitorou 329 agressores e vítimas em cinco meses.
Atualmente, 219 homens usam o dispositivo, semelhante a um relógio de pulso,
preso à perna.
O aparelho determina
seu campo de exclusão, evitando aproximação da mulher, que carrega um outro
dispositivo na bolsa. Caso haja aproximação indevida, os dois aparelhos emitem
um sinal, também replicado na central de monitoramento, que aciona a polícia. A
iniciativa se expandiu para a região metropolitana de Belo Horizonte e, de
acordo com a Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais, chegará ao interior
do estado gradualmente.

