Durante essa semana, a
Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a IV Regional realizou em Caicó
uma oficina de capacitação da vigilância de óbitos. O evento aconteceu no
auditório da IV Ursap e reunião enfermeiros e técnicos em Saúde das cidades do
Seridó. A palestrante foi Maria Antonieta Delgado, consultora técnica do
Governo do RN.
Secretaria Municipal de Saúde em parceria com a IV Regional realizou em Caicó
uma oficina de capacitação da vigilância de óbitos. O evento aconteceu no
auditório da IV Ursap e reunião enfermeiros e técnicos em Saúde das cidades do
Seridó. A palestrante foi Maria Antonieta Delgado, consultora técnica do
Governo do RN.
O objetivo da oficina foi
avaliar e qualificar as ações de vigilância de óbitos e dos sistemas
SIM/SINASC, além de prestar apoio aos Municípios para a implementação das ações
no Seridó. Foram discutidos assuntos voltados para a declaração de óbito,
sistema de informação sobre mortalidade, vigilância de óbitos maternos,
infantis, fetais e com causa mal definida, além da busca direcionada de
nascimentos e óbitos.
avaliar e qualificar as ações de vigilância de óbitos e dos sistemas
SIM/SINASC, além de prestar apoio aos Municípios para a implementação das ações
no Seridó. Foram discutidos assuntos voltados para a declaração de óbito,
sistema de informação sobre mortalidade, vigilância de óbitos maternos,
infantis, fetais e com causa mal definida, além da busca direcionada de
nascimentos e óbitos.
“Toda pessoa que morre tem
uma declaração de óbito, é um ciclo da vida que encerra. Então, apesar de ser
uma morte, os aspectos desse ciclo encerrado transcende e serve para que outras
mortes não aconteçam pela mesma causa. Todas essas informações são usadas pelo
Ministério da Saúde, pelo Governo do Estado e pelo Município para o
planejamento das ações”, disse Maria Antonieta.
uma declaração de óbito, é um ciclo da vida que encerra. Então, apesar de ser
uma morte, os aspectos desse ciclo encerrado transcende e serve para que outras
mortes não aconteçam pela mesma causa. Todas essas informações são usadas pelo
Ministério da Saúde, pelo Governo do Estado e pelo Município para o
planejamento das ações”, disse Maria Antonieta.
Ainda de acordo com ela, “a Certidão de
Óbito não é apenas um documento que atesta o falecimento de uma pessoa, mas
também uma importante ferramenta capaz de nortear a implantação de políticas
públicas rumo à prevenção de eventos adversos que contribuem para a elevação
dos índices de mortalidade relacionados a uma determinada doença ou a acidentes
de qualquer natureza”.

