O governo avalia pedido da
Petrobras sobre reajuste de preços de combustíveis, mas isso não significa que
a reivindicação da estatal será atendida pelo seu controlador, disse nesta
terça-feira (13) o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a jornalistas em
Brasília.
Petrobras sobre reajuste de preços de combustíveis, mas isso não significa que
a reivindicação da estatal será atendida pelo seu controlador, disse nesta
terça-feira (13) o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a jornalistas em
Brasília.
“A Petrobras está
permanentemente pedindo aumentos de seus preços, até porque estão defasados há
muitos anos. Mas isso não significa que se vá acordar (sobre o assunto)”,
afirmou Lobão.
permanentemente pedindo aumentos de seus preços, até porque estão defasados há
muitos anos. Mas isso não significa que se vá acordar (sobre o assunto)”,
afirmou Lobão.
Ele disse ainda que o
governo está avaliando a situação.
governo está avaliando a situação.
“Vamos examinar pelo
Ministério da Fazenda, pelo Conselho e pelo Ministério de Minas e
Energia”, completou. “Nós não estamos dizendo que se vai atender a
reivindicação da Petrobras, estamos examinando.”
Ministério da Fazenda, pelo Conselho e pelo Ministério de Minas e
Energia”, completou. “Nós não estamos dizendo que se vai atender a
reivindicação da Petrobras, estamos examinando.”
A preocupação do governo é
com o impacto de eventuais aumentos de preços de combustíveis para a inflação.
“Nenhum aumento de preço é bom”, comentou Lobão.
com o impacto de eventuais aumentos de preços de combustíveis para a inflação.
“Nenhum aumento de preço é bom”, comentou Lobão.
Na segunda-feira, o diretor
financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, afirmou que a estatal busca
“intensamente alinhar os preços internos de derivados de petróleo aos
internacionais”.
financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, afirmou que a estatal busca
“intensamente alinhar os preços internos de derivados de petróleo aos
internacionais”.
Após a valorização do
dólar frente ao real, a Petrobras teve anulados os efeitos dos reajustes de
combustíveis realizados no ano passado e no início deste ano. E a empresa
continua vendendo combustíveis no Brasil a preços inferiores aos do mercado
externo.

