Detran/RN participa da Comissão Interinstitucional do projeto Vida no Trânsito

Os Técnicos do Departamento
Estadual de Trânsito do RN (Detran) se encontram durante todo o dia de hoje
(19) participando da oficialização da comissão interinstitucional do projeto
Vida no Trânsito, que acontece a partir das 9h no auditório do Novotel, situado
na Ladeira do Sol.
O projeto é idealizado e
estimulado pelo Ministério da Saúde, tendo seu objetivo primeiro a ação de
diminuir o número de pessoas vítimas de acidentes de tráfego em todo país. A
ação pertence ao plano de Redução da Morbimortalidade por Acidentes de Trânsito
e algumas capitais já implantaram a iniciativa,a exemplo de Belo Horizonte,
Curitiba e Palmas.
De acordo com a profissional
de estatística do Detran/RN, Francinésia Brito, o Vida no Trânsito vem
fortalecer as ações de prevenção a acidentes buscando a integração das várias
instituições que têm responsabilidade com a promoção da paz e da segurança no
trânsito. “O projeto tem uma política ampliada composta pela qualificação,
planejamento, monitoramento, acompanhamento e avaliação das ações com intuito
de subsidiar a gestão e a tomada eficiente de decisões gerenciais”, disse.
O Detran/RN juntamente com a
Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana
(Semob), Comando do Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE/RN), Secretaria de
Estado da Saúde do RN (Sesap), Comando de Bombeiros Militar ( CBM/RN), Polícia
Rodoviária Federal, Secretaria Municipal de Planejamento, Fazenda e Tecnologia
da Informação (Sempla), Secretaria Municipal de Educação (SME)e o Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (Samu Natal) compõe a Comissão Municipal
Intersetorial de Segurança no Trânsito (CIST).

Dados divulgados pelo
Ministério da Saúde apontam que mais de 300 mil brasileiros perderam a vida no
trânsito entre os anos de 2000 e 2008. Já as Estimativas da Organização Mundial
de Saúde (OMS), publicadas no Informe Mundial sobre Situação da Segurança
Viária, em 2009, indicam que 1,3 milhão de pessoas morrem anualmente no
trânsito e que, até 2030, esse número poderá chegar a 2,4 milhões, caso medidas
não sejam tomadas.

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