O funcionamento do Hospital da
Polícia Militar do RN foi tema de reunião na manhã desta quarta-feira (10)
entre o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de
Souza (PSDB), os deputados Tomba Farias (PSB) e George Soares (PR), o
secretário estadual de Planejamento, Gustavo Nogueira e uma comitiva formada
por médicos da diretoria de Saúde da Polícia Militar. Em pauta, o funcionamento
da unidade de saúde que está com pendencias de equipamentos de infraestrutura.
Polícia Militar do RN foi tema de reunião na manhã desta quarta-feira (10)
entre o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de
Souza (PSDB), os deputados Tomba Farias (PSB) e George Soares (PR), o
secretário estadual de Planejamento, Gustavo Nogueira e uma comitiva formada
por médicos da diretoria de Saúde da Polícia Militar. Em pauta, o funcionamento
da unidade de saúde que está com pendencias de equipamentos de infraestrutura.
“Reforçamos o apoio do conjunto
dos deputados na questão orçamentária da instituição para complementar a
execução dos serviços de ampliação do Hospital Central Coronel Pedro Germano,
mais conhecido como Hospital da Polícia Militar”, explicou o presidente
Ezequiel Ferreira. Ao secretário de Planejamento, Gustavo Nogueira, foi
apresentada a possibilidade de remanejamento orçamentário de emendas
parlamentares. O diretor de saúde da PM, Roberto
Galvão, pontuou a necessidade de se debater a questão da dotação orçamentária
para conclusão da reforma do Hospital da PM.
dos deputados na questão orçamentária da instituição para complementar a
execução dos serviços de ampliação do Hospital Central Coronel Pedro Germano,
mais conhecido como Hospital da Polícia Militar”, explicou o presidente
Ezequiel Ferreira. Ao secretário de Planejamento, Gustavo Nogueira, foi
apresentada a possibilidade de remanejamento orçamentário de emendas
parlamentares. O diretor de saúde da PM, Roberto
Galvão, pontuou a necessidade de se debater a questão da dotação orçamentária
para conclusão da reforma do Hospital da PM.
“O atendimento está restrito a
pouco mais da metade da capacidade. A UTI neonatal recebe os bebês nascidos em
outros hospitais, mas a maternidade e a UTI adulta não funcionam. A reforma
está parada porque a licitação para a climatização ainda não saiu do papel. E o
serviço orçado em aproximadamente R$ 4,9 milhões é fundamental para conclusão
da obra do hospital”, explicou o diretor de saúde da PM, Roberto Galvão.
pouco mais da metade da capacidade. A UTI neonatal recebe os bebês nascidos em
outros hospitais, mas a maternidade e a UTI adulta não funcionam. A reforma
está parada porque a licitação para a climatização ainda não saiu do papel. E o
serviço orçado em aproximadamente R$ 4,9 milhões é fundamental para conclusão
da obra do hospital”, explicou o diretor de saúde da PM, Roberto Galvão.


