O deputado estadual José Adécio
(DEM) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão desta quinta-feira
(11) para fazer um discurso que ele entendeu como “fora dos padrões da Casa”.
Ele prestou uma homenagem ao filho Eduardo Otávio Costa, que morreu aos 14 anos
e hoje completaria 31.
(DEM) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão desta quinta-feira
(11) para fazer um discurso que ele entendeu como “fora dos padrões da Casa”.
Ele prestou uma homenagem ao filho Eduardo Otávio Costa, que morreu aos 14 anos
e hoje completaria 31.
“Ele era o meu caçula e já se vão
16 anos que essa convivência física partiu”, disse José Adécio que falou sobre
o “menino rebelde” que queria ser jogador de futebol, mas que se foi
precocemente, provocando mudanças em sua vida. “Meu querido Dudu me fez tornar
uma pessoa mais simples e mais humilde. Ele me ensinou o que eu precisava
aprender”. Segundo o deputado, “o sofrimento já não existe, o que existe é a
lembrança”.
16 anos que essa convivência física partiu”, disse José Adécio que falou sobre
o “menino rebelde” que queria ser jogador de futebol, mas que se foi
precocemente, provocando mudanças em sua vida. “Meu querido Dudu me fez tornar
uma pessoa mais simples e mais humilde. Ele me ensinou o que eu precisava
aprender”. Segundo o deputado, “o sofrimento já não existe, o que existe é a
lembrança”.
O deputado fez um relato sobre a vida curta do
filho e fez um relato pessoal de sua carreira na engenharia e na política,
primeiro do município de Pedro Avelino e depois do Rio Grande do Norte. Também
fez agradecimentos a amigos que o ajudaram quando o filho adolescente morreu. E
ele citou os hoje senadores Garibaldi Filho (PMDB), então governador do Estado
e seu adversário na época, e José Agripino Maia (DEM).
filho e fez um relato pessoal de sua carreira na engenharia e na política,
primeiro do município de Pedro Avelino e depois do Rio Grande do Norte. Também
fez agradecimentos a amigos que o ajudaram quando o filho adolescente morreu. E
ele citou os hoje senadores Garibaldi Filho (PMDB), então governador do Estado
e seu adversário na época, e José Agripino Maia (DEM).


