A valorização da vida e os
desafios no enfrentamento do suicídio foram debatidos nesta terça-feira (20),
no Legislativo Potiguar. A audiência pública, proposta pelo deputado Vivaldo
Costa (PROS), revelou as dificuldades encontradas por pacientes psiquiátricos e
discutiu formas de auxílio, tanto por parte dos profissionais da saúde quanto
dos gestores públicos, no combate à depressão e ao suicídio, no Rio Grande do
Norte.
desafios no enfrentamento do suicídio foram debatidos nesta terça-feira (20),
no Legislativo Potiguar. A audiência pública, proposta pelo deputado Vivaldo
Costa (PROS), revelou as dificuldades encontradas por pacientes psiquiátricos e
discutiu formas de auxílio, tanto por parte dos profissionais da saúde quanto
dos gestores públicos, no combate à depressão e ao suicídio, no Rio Grande do
Norte.
“Esse é um problema sério no
nosso estado, porque não há apoio à população. Foram fechados hospitais
psiquiátricos e não foram colocadas em prática as soluções alternativas.
Devemos debater amplamente o tema da depressão e do suicídio, principalmente
nas escolas, porque estão atingindo cada vez mais nossos jovens. Aqui no RN,
além de aumentar o número de médicos psiquiatras e de criar políticas públicas
de combate ao suicídio, é preciso, primordialmente, disponibilizar o serviço já
existente. As pessoas vão num pronto socorro, com queixa psiquiátrica, e o
médico generalista diz que não pode fazer nada, pois não é especialista”,
destacou o parlamentar.
nosso estado, porque não há apoio à população. Foram fechados hospitais
psiquiátricos e não foram colocadas em prática as soluções alternativas.
Devemos debater amplamente o tema da depressão e do suicídio, principalmente
nas escolas, porque estão atingindo cada vez mais nossos jovens. Aqui no RN,
além de aumentar o número de médicos psiquiatras e de criar políticas públicas
de combate ao suicídio, é preciso, primordialmente, disponibilizar o serviço já
existente. As pessoas vão num pronto socorro, com queixa psiquiátrica, e o
médico generalista diz que não pode fazer nada, pois não é especialista”,
destacou o parlamentar.
O médico psiquiatra Salomão
Gurgel explicou que a dor psíquica é muito maior que a física. “Quantos doentes
mentais, na tentativa de fugir da dor psíquica, cortam membros, orelha etc? E,
segundo relatos de pessoas que já tentaram suicídio, no momento de um tiro ou
de um enforcamento, elas nem sentem a dor física”. Ainda de acordo com o doutor
Salomão, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a taxa global
de suicídio é de 16 casos a cada 100.000 habitantes. Além disso, segundo a OMS,
até o ano de 2020, o número estimado de mortos por suicídio no planeta será de
mais de 1,5 milhão de pessoas.
Gurgel explicou que a dor psíquica é muito maior que a física. “Quantos doentes
mentais, na tentativa de fugir da dor psíquica, cortam membros, orelha etc? E,
segundo relatos de pessoas que já tentaram suicídio, no momento de um tiro ou
de um enforcamento, elas nem sentem a dor física”. Ainda de acordo com o doutor
Salomão, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que a taxa global
de suicídio é de 16 casos a cada 100.000 habitantes. Além disso, segundo a OMS,
até o ano de 2020, o número estimado de mortos por suicídio no planeta será de
mais de 1,5 milhão de pessoas.


