Os números que registram o
aumento da violência no Rio Grande do Norte pautaram o pronunciamento da
deputada estadual Márcia Maia (PSDB) na sessão de quarta-feira (9), na
Assembleia Legislativa. O estado já soma 1.471 assassinatos, atingindo uma
média de 7 homicídios por dia, informou a parlamentar.
aumento da violência no Rio Grande do Norte pautaram o pronunciamento da
deputada estadual Márcia Maia (PSDB) na sessão de quarta-feira (9), na
Assembleia Legislativa. O estado já soma 1.471 assassinatos, atingindo uma
média de 7 homicídios por dia, informou a parlamentar.
“Os números aumentam cada dia.
Além das mortes, atingimos uma média 20 de carros roubados por dia. Fora
assaltos, estupros, outros tipo de roubos e violência que amedrontam a
população, que hoje não sabe mais o que fazer”, destacou Márcia Maia.
Além das mortes, atingimos uma média 20 de carros roubados por dia. Fora
assaltos, estupros, outros tipo de roubos e violência que amedrontam a
população, que hoje não sabe mais o que fazer”, destacou Márcia Maia.
De acordo com a deputada é
difícil não conhecer alguém no estado que tenha sido vítima de algum tipo de
violência. “A população está indignada. E os números estão aí para comprovar
que essa situação não é potencializada pela imprensa”, disse em alusão a
declaração feita pelo governador Robinson Faria (PSD) em um veículo de
comunicação.
difícil não conhecer alguém no estado que tenha sido vítima de algum tipo de
violência. “A população está indignada. E os números estão aí para comprovar
que essa situação não é potencializada pela imprensa”, disse em alusão a
declaração feita pelo governador Robinson Faria (PSD) em um veículo de
comunicação.
Márcia Maia responsabilizou não
só o Governo do Estado, mas também as prefeituras, o Governo Federal, poderes
Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público para solucionar o
problema. “É preciso instalar um gabinete de crise. Sugerimos isso e até agora
nada. Tem que ter um chamamento do governador para todos aqueles que podem
ajudar”, sugeriu.
só o Governo do Estado, mas também as prefeituras, o Governo Federal, poderes
Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público para solucionar o
problema. “É preciso instalar um gabinete de crise. Sugerimos isso e até agora
nada. Tem que ter um chamamento do governador para todos aqueles que podem
ajudar”, sugeriu.


