Ordem para compra de dólares partiu do celular de Wesley Batista

Wesley e Joesley Batista
Mensagens de WhatsApp que estavam no celular de Wesley Batista indicam que partiram do próprio empresário as ordens para compra de dólares no mercado futuro, segundo a Polícia Federal. As conversas pelo aplicativo compõem as provas apresentadas para sustentar que o presidente da JBS, valendo-se de informação privilegiada, lucrou indevidamente nos mercados de câmbio e de ações. O celular do empresário foi apreendido na Operação Lama Asfáltica, deflagrada em maio. A pedido da PF, Wesley está preso desde quarta-feira.
Wesley começa a falar sobre operações de dólar no dia 29 de abril, aponta a PF. Na ocasião, ele pergunta a Rafael Harada, diretor de controle de risco da JBS, sobre o que era necessário para iniciar a compra de contratos a termo. “Se nós quisermos voltar a usar, é coisa que tem que aprovar ou é coisa que está pré-aprovado nos bancos?”.

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