Na data em que se
comemora o Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia, também chamado de Dia
Roxo, lembrado nesta segunda-feira (26), a Assembleia Legislativa promove audiência
pública, a partir das 14h, para debater e propor ações em apoio ao tema junto a
representantes das áreas de saúde, educação e assistência social. O evento é
uma iniciativa da deputada Márcia Maia (PSDB) em parceria com a Associação
Neurinho.
comemora o Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia, também chamado de Dia
Roxo, lembrado nesta segunda-feira (26), a Assembleia Legislativa promove audiência
pública, a partir das 14h, para debater e propor ações em apoio ao tema junto a
representantes das áreas de saúde, educação e assistência social. O evento é
uma iniciativa da deputada Márcia Maia (PSDB) em parceria com a Associação
Neurinho.
“Discutir e garantir
atenção ao tema pode ser a diferença entre o diagnóstico com o controle da
epilepsia e uma vida de dificuldades em razão da doença. Queremos debater, mas
também promover a informação sobre o tema e encerrar com a série de estigmas e
a discriminação que as pessoas com epilepsia e suas famílias sofrem”,
destaca Márcia.
atenção ao tema pode ser a diferença entre o diagnóstico com o controle da
epilepsia e uma vida de dificuldades em razão da doença. Queremos debater, mas
também promover a informação sobre o tema e encerrar com a série de estigmas e
a discriminação que as pessoas com epilepsia e suas famílias sofrem”,
destaca Márcia.
Aproximadamente 50
milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de epilepsia, um tipo de transtorno
mental crônico que afeta homens e mulheres de todas as idades. Números divulgados
pela Organização Mundial da Saúde (OMS) posicionam a epilepsia como uma das
doenças neurológicas mais comuns no planeta.
milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de epilepsia, um tipo de transtorno
mental crônico que afeta homens e mulheres de todas as idades. Números divulgados
pela Organização Mundial da Saúde (OMS) posicionam a epilepsia como uma das
doenças neurológicas mais comuns no planeta.
A entidade alerta que
quase 80% dos casos registrados globalmente estão em países de baixa e média
renda. Os dados revelam que três quartos das pessoas com a doença que vivem
nessas localidades não recebem tratamento adequado – ainda que o transtorno
responda aos remédios em até 70% dos pacientes.
quase 80% dos casos registrados globalmente estão em países de baixa e média
renda. Os dados revelam que três quartos das pessoas com a doença que vivem
nessas localidades não recebem tratamento adequado – ainda que o transtorno
responda aos remédios em até 70% dos pacientes.


