Estratégias inovadoras,
adotadas por pequenos agricultores para enfrentar os impactos da estiagem e das
inundações no Semiárido brasileiro, serão mapeadas e catalogadas a partir do
ano que vem. A ideia do projeto é entender como essas práticas sustentáveis têm
impacto nos sistemas de produção e na qualidade de vida das populações locais
para garantir que outras famílias possam se apropriar das técnicas usadas.
adotadas por pequenos agricultores para enfrentar os impactos da estiagem e das
inundações no Semiárido brasileiro, serão mapeadas e catalogadas a partir do
ano que vem. A ideia do projeto é entender como essas práticas sustentáveis têm
impacto nos sistemas de produção e na qualidade de vida das populações locais
para garantir que outras famílias possam se apropriar das técnicas usadas.
A iniciativa é uma parceria
entre o Instituto Nacional do Semiárido (Insa), ligado ao Ministério da
Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e a Articulação do Semiárido (ASA), rede
formada por mil organizações da sociedade civil que atuam nos estados do
Nordeste e em Minas Gerais.
entre o Instituto Nacional do Semiárido (Insa), ligado ao Ministério da
Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e a Articulação do Semiárido (ASA), rede
formada por mil organizações da sociedade civil que atuam nos estados do
Nordeste e em Minas Gerais.
De acordo com Antônio
Barbosa, coordenador de programa da ASA e um dos responsáveis pelo projeto,
serão observadas as práticas de 900 famílias em nove estados (Piauí, Ceará, Rio
Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Paraíba, Alagoas e Minas Gerais)
durante a primeira fase do projeto, marcada para começar em março de 2013.
Barbosa, coordenador de programa da ASA e um dos responsáveis pelo projeto,
serão observadas as práticas de 900 famílias em nove estados (Piauí, Ceará, Rio
Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Paraíba, Alagoas e Minas Gerais)
durante a primeira fase do projeto, marcada para começar em março de 2013.

