Importadores chineses de
produtos agropecuários integrarão a missão de técnicos da Administração Geral
de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ) da China, que
visitará o Brasil até o primeiro semestre de 2013, provavelmente em fevereiro. O
convite foi feito pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do
Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, e os presidentes das Federações de
Agricultura do RN, José Álvares Vieira, e do Amazonas, Muni Lourenço, ao
vice-ministro Wei Chuanzhong, durante encontro na sede da AQSIQ, em Pequim,
nesta terça-feira.
produtos agropecuários integrarão a missão de técnicos da Administração Geral
de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena (AQSIQ) da China, que
visitará o Brasil até o primeiro semestre de 2013, provavelmente em fevereiro. O
convite foi feito pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do
Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, e os presidentes das Federações de
Agricultura do RN, José Álvares Vieira, e do Amazonas, Muni Lourenço, ao
vice-ministro Wei Chuanzhong, durante encontro na sede da AQSIQ, em Pequim,
nesta terça-feira.
A reunião realizada é o
segundo encontro entre os dois líderes. O primeiro ocorreu em abril deste ano,
quando uma comitiva da CNA, liderada pela senadora Kátia Abreu, esteve na
China. O objetivo é que o contato estreito entre a AQSIQ e a CNA signifique
mais negócios para o Brasil. A AQSIQ tem status de ministério e é responsável
pelos padrões e fiscalizações sanitários na China.
segundo encontro entre os dois líderes. O primeiro ocorreu em abril deste ano,
quando uma comitiva da CNA, liderada pela senadora Kátia Abreu, esteve na
China. O objetivo é que o contato estreito entre a AQSIQ e a CNA signifique
mais negócios para o Brasil. A AQSIQ tem status de ministério e é responsável
pelos padrões e fiscalizações sanitários na China.
“Meu sonho é que cada
chinês tome uma xícara de café. Se assim fosse, faltaria espaço para plantar no
Brasil”, comentou a presidente da CNA. Ela aposta, inicialmente, no comércio de
três produtos agrícolas brasileiros para o mercado chinês: além do café, entram
na lista a carne e o suco de laranja. “A elevação de renda dos chineses levará
naturalmente ao aumento do consumo de café e de suco de laranja”, avaliou
Wei. Produtos oriundos da silvicultura –
o que inclui papel e celulose – também são considerados pela senadora Kátia
Abreu como de grande potencial.
chinês tome uma xícara de café. Se assim fosse, faltaria espaço para plantar no
Brasil”, comentou a presidente da CNA. Ela aposta, inicialmente, no comércio de
três produtos agrícolas brasileiros para o mercado chinês: além do café, entram
na lista a carne e o suco de laranja. “A elevação de renda dos chineses levará
naturalmente ao aumento do consumo de café e de suco de laranja”, avaliou
Wei. Produtos oriundos da silvicultura –
o que inclui papel e celulose – também são considerados pela senadora Kátia
Abreu como de grande potencial.


