O Banco do Brasil (BB) na
Paraíba suspendeu o atendimento em cinco cidades do estado após suas agências
terem sido atacadas por bandidos. De acordo com a Gerência de Administração do
BB, as atividades estão suspensas até que as unidades sejam recuperadas, já que
todas elas foram alvo de explosões.
Paraíba suspendeu o atendimento em cinco cidades do estado após suas agências
terem sido atacadas por bandidos. De acordo com a Gerência de Administração do
BB, as atividades estão suspensas até que as unidades sejam recuperadas, já que
todas elas foram alvo de explosões.
As cidades afetadas com a
falta de serviços bancários prestados pelo Banco do Brasil são Arara, no Brejo
do estado, e Lagoa Seca, também no Brejo, onde as agências estão funcionando
parcialmente. Outras três agências já não estão funcionando nas cidades de
Fagundes, no Agreste paraibano, Serraria, no Brejo, e Paulista, localizada no
Sertão.
falta de serviços bancários prestados pelo Banco do Brasil são Arara, no Brejo
do estado, e Lagoa Seca, também no Brejo, onde as agências estão funcionando
parcialmente. Outras três agências já não estão funcionando nas cidades de
Fagundes, no Agreste paraibano, Serraria, no Brejo, e Paulista, localizada no
Sertão.
Com o objetivo de reduzir
ataques a caixas eletrônicos, o Banco do Brasil anunciou no dia 22 de março que
reduziu o volume de dinheiro nos equipamentos à noite em até 70%. Segundo a
superintendência, a medida não prejudicou os clientes.
ataques a caixas eletrônicos, o Banco do Brasil anunciou no dia 22 de março que
reduziu o volume de dinheiro nos equipamentos à noite em até 70%. Segundo a
superintendência, a medida não prejudicou os clientes.
Enquanto a reestruturação
não acontece, quem precisa utilizar os serviços bancários tem que se deslocar
para cidades vizinhas e os comerciantes têm que esperar o retorno dos clientes,
que, segundo eles, estão desaparecendo.
não acontece, quem precisa utilizar os serviços bancários tem que se deslocar
para cidades vizinhas e os comerciantes têm que esperar o retorno dos clientes,
que, segundo eles, estão desaparecendo.
O autônomo Luiz José
da Silva, 29 anos, morador do município de São Sebastião de Lagoa de Roça, no
Brejo paraibano, já estava acostumado a realizar suas transações bancárias no
Banco do Brasil do município vizinho de Lagoa Seca, onde é cliente, mas há
cerca de dois meses encontra dificuldades. “Depois que a agência foi explodida,
a gente está encontrando muitas dificuldades. Se é uma transação que está
diretamente ligada a dinheiro, não conseguimos fazer aqui, temos que nos
deslocar para Campina Grande ou Esperança”, disse.
da Silva, 29 anos, morador do município de São Sebastião de Lagoa de Roça, no
Brejo paraibano, já estava acostumado a realizar suas transações bancárias no
Banco do Brasil do município vizinho de Lagoa Seca, onde é cliente, mas há
cerca de dois meses encontra dificuldades. “Depois que a agência foi explodida,
a gente está encontrando muitas dificuldades. Se é uma transação que está
diretamente ligada a dinheiro, não conseguimos fazer aqui, temos que nos
deslocar para Campina Grande ou Esperança”, disse.

