Justiça Eleitoral concede direito de resposta a Rogério contra Carlos Eduardo e retira vídeos do ar

O candidato ao Senado Carlos Eduardo (PDT) sofreu duas derrotas na Justiça Eleitoral durante o domingo (25). O ex-prefeito de Natal terá que conceder direito de resposta ao também candidato Senado Rogério Marinho (PL) e retirar do ar vídeos que contêm, segundo a Justiça Eleitoral, teor “infundado” e que desrespeita as normas eleitorais.

Rogério Marinho acionou a Justiça Eleitoral para solicitar a imediata retirada do ar de propaganda em que um entrevistado diz que perdeu a mãe e que não conseguiu o benefício de prestação continuada, seguida do depoimento de um deputado afirmando que o autor das mudanças de acesso ao BPC tem as mãos sujas de sangue, inclusive referindo-se ao candidato.

“Isso pode, sim, criar no público a possibilidade de associar a morte da mulher às ações de Rogério Marinho, o que, diga-se de passagem, é infundado. Além disso, ao iniciar sua fala, o Representado mostra as mãos e diz que as tem limpas, deixando transparecer que existe uma diferença crucial entre os dois candidatos, qual seja, um possui mãos sujas (de sangue) e outro tem mãos limpas”, disse o juiz Daniel Maia. 

Rogério Marinho lidera com 28,41% na pesquisa para o Senado

Ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL) é o preferido dos eleitores potiguares na eleição para senador da República, com 28,41%, segundo a mais recente pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Difusora/Consult. O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT) aparece em segundo lugar nessa pesquisa estimulada, quando é apresentada uma lista de candidatos aos entrevistados, com 26,35%. Em seguida, vem o deputado federal Rafael Motta (PSB) com 11,65%.

Entre os dez candidatos ao Senado Federal, também foram citados pelos entrevistados Shirlei Medeiros (DC), 0,35%; Dário Barbosa (PSTU), 0,29%; Geraldo Pinho (Podemos), 0,24%; Freitas Júnior (PSOL) e Pastor Silvestre (PMN), 0,18%. Os candidatos Marcelo Guerreiro (PRTB) e Marcos do MLB (UP), não aparecem na pesquisa. Os eleitores que responderam não votar em nenhum candidato foram 14,71% e não souberam dizer, 17,65%.

A pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Difusora/Consult ouviu 1.700 eleitores em todo o Rio Grande do Norte entre os dias 22 e 25 de setembro, em 55 municípios divididos em 12 áreas geográficas. O resultado da pesquisa está sujeito a um erro máximo permissível de 2,37%, com confiabilidade de 95%. Os registros da pesquisa na Justiça Eleitoral: protocolos BR 066242022 e RN 06374/2022.

TN/Difusora/Consult: Fátima tem 41%; Styvenson, 18,06%; e Fábio, 17,24%

A terceira rodada da pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Difusora/Consult para as eleições de 2022 aponta a governadora Fátima Bezerra (PT) à frente nas intenções de votos dos eleitores para o governo do Estado, com 41%, na consulta estimulada, na qual são apresentados os nomes dos candidatos aos pleitos majoritários. Para o Senado da República, o ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), também aparece em primeiro lugar, com 28,41% na preferência dos eleitores. 

Os outros candidatos  ao governo do Rio Grande do Norte melhores posicionados na pesquisa são o senador Styvenson Valentim (Podemos), 18,06% e em seguida do ex-vice-governador Fábio Dantas (Solidariedade), 17,24%. Também são  citados para governador os candidatos Clorisa Linhares (PMB), 1,18%; Rosália Fernandes (PSTU), 0,18%; Danniel Morais (PSOL), 0,12% e ainda Rodrigo Vieira (DC) e Bento (PRTB), com 0,6%. O candidato Nazareno Neris (PMN) não foi citado pelos eleitores.

A pesquisa TRIBUNA DO NORTE/Difusora/Consult ouviu 1.700 eleitores em todo o Rio Grande do Norte entre os dias 22 e 25 de setembro, em municípios divididos em 12 áreas geográficas. O resultado da pesquisa está sujeito a um erro máximo permissível de 2,37%, com confiabilidade de 95%. Os registros da pesquisa na Justiça Eleitoral: protocolos BR 066242022 e RN 06374/2022.

Reino Unido apresenta monograma oficial de Rei Charles III

O Palácio de Buckingham apresentou, nesta segunda-feira (26), o monograma oficial do rei Charles III. A imagem, escolhida pelo próprio monarca, será usada em edifícios do governo, caixas de correio e documentos oficiais do Reino Unido. Durante o reinado de Elizabeth II, o monograma era “EIIR”, de Elizabeth II Regina (“rainha”, em latim). Agora, o monograma será “CIIIR”, ou seja, Charles III Rex (“rei”, em latim).

O novo monograma foi criado pelo “College of Arms”, fundado em 1484 para desenvolver novos escudos de armas e conservar os registros genealógicos oficiais. Existe uma versão separada da cifra para a Escócia, que apresenta a Coroa Escocesa.

As cartas que saírem do Palácio de Buckingham a partir de terça-feira (27) apresentarão o novo símbolo. Pelo escritório postal de Buckingham passam cerca de 2.000 pacotes e cartas por ano, entre convites, respostas a cartas ou correspondências oficiais.

Amazônia concentra 91,6% de toda a área afetada pelo garimpo no Brasil, aponta MapBiomas

A devastação provocada pelo garimpo dobrou em apenas dez anos, passando de 99 mil hectares para 196 mil entre 2010 e 2021, segundo relatório divulgado pelo MapBiomas nesta terça-feira (27). A área equivale a quase 2 mil km² e é maior do que, por exemplo, a cidade de São Paulo, que tem 1,5 mil km². O mesmo levantamento identificou que a mineração industrial passou de 86 mil hectares de área ocupada em 2001 dobrarem para os 170 mil hectares registrados em 2021.

Entre os estados do país, Pará e Mato Grosso foram os líderes em perda de floresta para mineração. Na Amazônia, a expansão garimpeira foi mais aguda entre unidades de conservação e territórios indígenas, como os Kayapó e Munduruku.

O rastreio, feito desde 1985, demonstrou que esse é o terceiro ano consecutivo no qual uma área maior do território é ocupada pelo garimpo do que pela mineração industrial, o que confirma a tendência observada até então. O único outro momento em que isso ocorreu foi no período entre 1989 e 2000.

Vacinação de crianças de 6 meses a 4 anos com Pfizer contra Covid segue sem data

O governo federal ainda não tem previsão de quando vai utilizar a vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças a partir de seis meses de idade. Apesar da aprovação da Anvisa, o Ministério da Saúde prevê a realização de uma reunião com técnicos sobre o tema. O encontro ocorreria na sexta-feira (30), mas foi desmarcado.

A demora na inclusão da vacina repete o que ocorreu com a liberação das doses para a faixa de 5 a 11 anos: à época, o ministro Marcelo Queiroga convocou uma audiência e uma consulta pública para discutir a imunização infantil. No governo atual, há histórico de ministérios que publicaram documentos oficiais para desestimular a vacinação infantil, e o próprio presidente Jair Bolsonaro atacou a vacinação infantil contra Covid e espalhou desinformação sobre mortes de crianças.

Evento do Ceres discute dinâmica dos combustíveis e o território

O Departamento de Geografia (DGC), do Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres/UFRN), realiza palestra com objetivo de discutir a dinâmica dos preços dos combustíveis no Brasil sob a perspectiva do território e das consequências socioespaciais. Intitulado Território brasileiro e atual dinâmica dos combustíveis: explicações geográficas e consequências socioespaciais, o evento acontece no dia 3 de outubro, a partir das 14h30, no canal de YouTube do DGC. Não é preciso realizar inscrição para participar.

Diego Salomão, professor do departamento de Geografia do Ceres e um dos coordenadores do evento, esclarece que a ação possibilita a ampla discussão dessa importante temática, que é relacionada à dinâmica socioespacial brasileira. A palestra também é coordenada por Davi do Vale Lopes e por José Yure Gomes dos Santos, ambos professores do curso de Geografia do Ceres.

“É importante promover o debate sobre o território brasileiro levando em consideração a atual dinâmica dos combustíveis. Com a nossa palestra, procuraremos garantir o destaque para explicações e esclarecimentos geográficos, bem como a discussão desse tema que está ligado a consequências socioespaciais do nosso país”, complementa o docente.

Prazo de entrega de declaração do ITR acaba nesta sexta

Os proprietários rurais de todo o país precisam ficar atentos. Acaba nesta sexta-feira (30), às 23h59min59s, o prazo de entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) 2022. O envio começou em 15 de agosto. Segundo o balanço mais recente da Receita Federal, 4.725.521 contribuintes tinham entregado a declaração até o início da tarde de hoje (26).

Neste ano, a Receita Federal espera receber de 5,84 milhões a 5,9 milhões de declarações. Na comparação por estados, a Bahia tem o maior número de declarações enviadas até agora: 953.620. Em seguida, vêm Minas Gerais (763.142) e Rio Grande do Sul (501.518).

Devem preencher a declaração do ITR pessoas e empresas que são proprietárias rurais, titulares do domínio útil ou possuidoras de qualquer título de imóvel rural. Quem perder o prazo está sujeito a multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o imposto devido. A multa será lançada de ofício.

Ipec: Lula, 48%; Bolsonaro, 31%

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (26), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 48% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022. Em relação à pesquisa anterior, de 19 de setembro, Lula foi de 47% para 48%. Bolsonaro se manteve com 31%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

A pesquisa ouviu 3.008 pessoas em 183O Ipec diz que o cenário é de estabilidade. cidades entre os dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob número BR-01640/2022.

Brasil tem 6 mil novos casos e 30 mortes por covid-19 em 24 horas

O Ministério da Saúde divulgou hoje (26), em Brasília, novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com o levantamento, o Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 6.068 novos casos da doença e 30 óbitos. Desde o início da pandemia, o país acumula 34,6 milhões de casos confirmados e 685,8 mil mortes. Os pacientes recuperados somam 33,8 milhões. 

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados: 6 milhões e 174,6 mil óbitos. Em seguida, estão Minas Gerais (3,8 milhões de ocorrências e 63,7 mil mortes); Paraná (2,7 milhões de casos e 45,3 mil mortes) e Rio Grande do Sul (2,7 milhões de casos e 41 mil óbitos).