193 pacientes já foram atendidos por mutirão de cirurgias ortopédicas da Sesap

Até quarta feira (14), a
Central de Regulação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) já
viabilizou o atendimento de 193 pacientes que aguardavam a realização de
cirurgias ortopédicas na rede estadual de saúde. Ontem, 18 pacientes foram
transferidos do Hospital Regional Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim, e
do Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. A previsão é de que, nos próximos três
dias, sejam viabilizados pelo menos mais 21 atendimentos.
Iniciado em 1º de agosto, o
trabalho conjunto será mantido até que a fila de espera por cirurgias
ortopédicas nos hospitais do estado, que inicialmente contava com 279
pacientes, seja zerada. As cirurgias estão sendo realizadas na Clínica Paulo
Gurgel, Hospital Memorial e Hospital Médico Cirúrgico. A medida tem desafogado
os corredores das unidades hospitalares, como o Hospital Walfredo Gurgel, onde
foi constatada uma visível redução do número de pacientes que ocupavam o
corredor do setor de politraumatizados.
“Com a realização do mutirão
de cirurgias ortopédicas estamos atendendo com celeridade a demanda reprimida
que havia. Com esta medida estamos dando um fluxo natural de pacientes que
chegam ao Walfredo Gurgel e tendo a capacidade de encaminhá-los para o segundo
tempo cirúrgico com mais agilidade”, enfatizou Luiz Roberto Fonseca.
Para possibilitar o mutirão,
o Governo do Estado realizou repasse no valor de cerca de R$ 400.000,00
(quatrocentos mil reais) e ainda viabilizou, junto ao Ministério da Saúde,
recursos de urgência e emergência também em torno de mais R$ 400.000,00
(quatrocentos mil reais) para a execução dos convênios com os hospitais da rede
privada.

Sobre o número de pacientes
de clínica médica que ainda ocupam parte do corredor dos Hospitais Deoclécio
Marques e HMWG, Luiz Roberto acredita que a breve abertura das Unidades de
Pronto Atendimento (UPA) de Cidade da Esperança e Parnamirim dará maior
resolutividade aos casos de baixa e média complexidade, contribuindo para um
menor fluxo de atendimentos de forma que estes hospitais da Rede Estadual
poderão cumprir melhor com seu papel, de atender o trauma.

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